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Aborto

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Re: O STF legalizou o aborto até o terceiro mês

Mensagempor Homem » 05 dez 2016, 21:10

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Re: O STF legalizou o aborto até o terceiro mês

Mensagempor commander » 07 dez 2016, 14:27

O voto do ministro barroso é tendencioso.

Acerca do direito da mulher temos os seguintes argumentos: 1.1. Violação à autonomia da mulher, 1.2. Violação do direito à integridade física e psíquica, 1.3. Violação aos direitos sexuais e reprodutivos da mulher, 1.4. Violação à igualdade de gênero e 1.5. Discriminação social e impacto desproporcional sobre mulheres pobres, além da menção ao julgado norte-americano de 1973.

Entretanto, o ministro não especifica os direitos do nascituro,, como forma de caracterizar a colisão entre princípios fundamentais, ao meu ver, o nascituro, na concepção do jurista, é uma coisa inominada.

Sei que muitos do fórum não são da área jurídica, eu sou, fiquei indignado com o voto do barroso, não pela questão moral ou religiosa, mas pela falta de bom senso acadêmico, pela falta de coerência com a utilização dos institutos do direito.
Lendo o voto do ministro barroso, vejo que ele é adepto da katchanga.

Artigo sobre a Katchanga: https://direitosfundamentais.net/2008/0 ... katchanga/
Em síntese, a katchanga consiste na má aplicação da teoria da ponderação, assim, quem dá as cartas, define quem irá ganhar.

O ministro deveria julgar o pedido de habeas corpus dos integrantes da clínica clandestina de aborto, mas levou o voto pro outro lado e criou polêmica, inclusive declarou inconstitucionais os artigos 125 e 126 do Código Penal, argumentado que os mesmos são ultrapassados por serem da década de quarenta, no entanto, na fundamentação para não punir o aborto usa uma jurisprudência norte americana de 1973, interessante a utilização histórica.

Fico abismado pelo fato do ministro ser considerado um grande nome do direito constitucional.

O STF é carente de bons penalistas e tributaristas.

Entretanto, vejo inúmeros professores defendendo o voto do ministro, só digo uma coisa: a má-fé está muito presente no âmbito acadêmico, essas teorias não nascem do acaso, o aborto é muito debatido e influenciado no meio acadêmico, vivenciei isso na prática durante o período em que estava cursando o mestrado. Atualmente, vejo que a decisão de largar o mestrado foi a melhor decisão que já tomei na minha vida.
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Re: O STF legalizou o aborto até o terceiro mês

Mensagempor Ph da Real » 09 dez 2016, 13:32

Como dito, a mídia incentiva e apoia o aborto. Bando de vermes! Veja em http://misericordia.org.br/entenda-porq ... do-aborto/

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Alguns trechos do site que relata essa sem-vergonhice:

"[...]Os defensores do assassinato das crianças estão desesperados, pois sua ideologia de morte está perdendo terreno cada dia mais. Vamos aos fatos: A Indústria do aborto, tão presente nos Estados Unidos, anseia muito pela legalização do aborto no Brasil, para ter mais um mercado consumidor onde possa faturar em cima do sofrimento de crianças e mães, por meio do procedimento em si, da venda de remédios e da comercialização dos corpos das crianças abortadas (clique aqui para ler a matéria) .

A Rede Globo e a mídia secular em geral, anseiam pela liberação do aborto porque este contribui para o seu projeto de Revolução cultural, cujo objetivo é destruir os valores cristãos na sociedade. Além disto, a vida promíscua que a maior parte destes midiáticos vive leva-os a querer a sua libertinagem ampliada a toda sociedade.

A própria ONU, usando da tática de manipulação da linguagem, ao defender nos países membros o “Direito Sexual e Reprodutivo” tem trabalhado arduamente para impor o aborto no mundo.

É sabido que, segundo os planos dos abortistas e pelo montante de dinheiro por eles investido, o aborto já deveria estar legalizado no Brasil há pelo menos uma década. O partido que há mais de dez anos está no poder se comprometeu com esta legalização.Clique aqui para ver a resolução.[...]"

"[...]O que fazer?

Não dê audiência para estes atores. Não assista a seus filmes e novelas. Esta deve ser a resposta do povo brasileiro aos promotores do assassinato de bebês.
Não doe para o Criança Esperança. Conheça ações em defesa da vida próximas a você: em seu bairro, sua cidade, sua igreja e faça ali sua doação.
Informe-se sobre o PL 5.069 e divulgue-o, para que esta lei passe e o Brasil seja livre do aborto.[...]"


OBS : A piada é que tem o Criança Esperança nessa rede GloBosta, que "defende as crianças", mas é incentivado o aborto. É uma piada mesmo. Esse dinheiro do Criança Esperança vai para os cofres daquela laia.
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Re: O STF legalizou o aborto até o terceiro mês

Mensagempor Homem » 06 mar 2017, 18:06

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Re: O STF legalizou o aborto até o terceiro mês

Mensagempor Homem » 06 mar 2017, 18:34

Pronta para Pauta no Plenário, o Abortoduto

Em 2013, foi sancionada uma lei que ficou conhecida como lei Cavalo de Troia. O objetivo de seus proponentes era criar mecanismos para implementar o aborto na rede pública de saúde.

Os responsáveis pelo texto da lei usaram como elemento de persuasão o grave e complexo tema da violência contra a mulher, justamente por se tratar de um assunto que sensibiliza qualquer pessoa normal.

Como não seria de bom tom falar explicitamente em aborto, os responsáveis pelo texto da lei Cavalo de Troia recorreram a duas mudanças na linguagem para conseguir a adesão da população.

A primeira mudança foi a substituição da palavra “estupro” por “relação sexual não consentida”, expressão mais ampla e que poderia claramente ser usada para se referir a casos que não configuram estupro em sentido estrito.

A segunda mudança foi a substituição da palavra “aborto” por “profilaxia da gravidez”.

Com essas duas alterações, criou-se um precedente para implementar o aborto na rede pública de saúde. Porém, faltava um elemento importante: o dinheiro para financiar o aborto.

Para solucionar o problema, as feminazis criaram o PL 7371, que mais uma vez usa a nobre causa do combate à violência contra a mulher a fim de implantar o aborto no Brasil.

Esse PL prevê a criação de um "Fundo Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres", o qual poderia receber dinheiro do exterior. Era o que faltava para custear o aborto irrestrito (com base nas artimanhas da lei Cavalo de Troia) sem a necessidade de onerar o Estado (pois o dinheiro viria de outros países e das fundações internacionais que tanto querem implementar o aborto no Brasil).

A situação é muito grave. O projeto poderá ser pautado para ser votado até o dia 8 de março (dia internacional da mulher). Portanto, precisamos agir AGORA!

Assine a petição para enviar um e-mail às lideranças de partidos, alertando-os para que não pautem o projeto. Compartilhe o link da petição com o maior número possível de pessoas!


http://citizengo.org/pt-pt/lf/41926-dig ... d=33210341
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Re: O STF legalizou o aborto até o terceiro mês

Mensagempor Homem » 06 mar 2017, 18:42



O Dr. Olímpio de Moraes, médico em Pernambuco, explica como será legalizado o aborto no Brasil através da mesma estratégia utilizada no Uruguai, violar a lei para mudar a lei:



Um diretor de hospital, um médico cirurgião e um diplomata brasileiro explicam, a partir de suas experiências na rede hospitalar, que o PL 7371 tem por finalidade a construção de um abortoduto internacional para o financiamento do aborto no Brasil:



Professoras mostram a verdadeira face do PL, que ao supostamente dizer que defende as mulheres, é só a porta de entrada para a carnificina nos hospitais públicos:

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Re: O STF legalizou o aborto até o terceiro mês

Mensagempor Skull » 06 mar 2017, 18:49

Homem Escreveu:Pronta para Pauta no Plenário, o Abortoduto

Em 2013, foi sancionada uma lei que ficou conhecida como lei Cavalo de Troia. O objetivo de seus proponentes era criar mecanismos para implementar o aborto na rede pública de saúde.

Os responsáveis pelo texto da lei usaram como elemento de persuasão o grave e complexo tema da violência contra a mulher, justamente por se tratar de um assunto que sensibiliza qualquer pessoa normal.

Como não seria de bom tom falar explicitamente em aborto, os responsáveis pelo texto da lei Cavalo de Troia recorreram a duas mudanças na linguagem para conseguir a adesão da população.

A primeira mudança foi a substituição da palavra “estupro” por “relação sexual não consentida”, expressão mais ampla e que poderia claramente ser usada para se referir a casos que não configuram estupro em sentido estrito.

A segunda mudança foi a substituição da palavra “aborto” por “profilaxia da gravidez”.

Com essas duas alterações, criou-se um precedente para implementar o aborto na rede pública de saúde. Porém, faltava um elemento importante: o dinheiro para financiar o aborto.

Para solucionar o problema, as feminazis criaram o PL 7371, que mais uma vez usa a nobre causa do combate à violência contra a mulher a fim de implantar o aborto no Brasil.

Esse PL prevê a criação de um "Fundo Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres", o qual poderia receber dinheiro do exterior. Era o que faltava para custear o aborto irrestrito (com base nas artimanhas da lei Cavalo de Troia) sem a necessidade de onerar o Estado (pois o dinheiro viria de outros países e das fundações internacionais que tanto querem implementar o aborto no Brasil).

A situação é muito grave. O projeto poderá ser pautado para ser votado até o dia 8 de março (dia internacional da mulher). Portanto, precisamos agir AGORA!

Assine a petição para enviar um e-mail às lideranças de partidos, alertando-os para que não pautem o projeto. Compartilhe o link da petição com o maior número possível de pessoas!


http://citizengo.org/pt-pt/lf/41926-dig ... d=33210341





A Parent Parenthood e outros tentáculos da NOW estão aplaudindo esses tipos de medidas de pé. Já tá na hora de descer a porrada nessa putaiada que fica propondo essas porra!
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Re: O STF legalizou o aborto até o terceiro mês

Mensagempor Homem » 07 mar 2017, 11:49

Chega ao STF primeira ação que pode levar à ampla legalização do aborto

Mariana Schreiber
Da BBC Brasil em Brasília

Há 5 horas

Um dos temas mais polêmicos do país chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Foi protocolada na noite de segunda-feira a primeira ação que pede a legalização ampla do aborto, para qualquer gestação com até 12 semanas.

Atualmente, a interrupção da gravidez só é permitida no país em três casos: se a mulher corre risco de morrer por causa da gestação; se a fecundação ocorreu por estupro; se o feto é anencéfalo (sem cérebro) e, portanto, não conseguirá sobreviver após o parto.

Nas demais situações, a gestante que fizer aborto pode se presa por até três anos, enquanto médicos que realizarem o procedimento podem ser condenados a até quatro.

A ação, à qual a BBC Brasil teve acesso antecipadamente, foi movida pelo PSOL, com assessoria técnica do instituto de bioética Anis. Não é possível prever quanto tempo levará para ser julgada, talvez anos. Isso dependerá muito do ministro que for sorteado para relatar a ação e de seu interesse em agilizar ou não o caso.

É função do Supremo, quando provocado por uma ação, analisar se leis vigentes no país estão em desacordo com a Constituição Federal. Nesse caso, o partido solicita que a Corte declare que os artigos do Código Penal (lei de 1940) que criminalizam o aborto desrespeitam preceitos fundamentais, como o direito das mulheres à vida, à dignidade, à cidadania, à não discriminação, à liberdade, à igualdade, à saúde e ao planejamento familiar, entre outros.

As advogadas que assinam a ação destacam que a criminalização do aborto leva muitas mulheres a recorrer a práticas inseguras, provocando mortes. Argumentam também que o problema afeta de forma ainda mais intensa mulheres pobres, negras e das periferias, já que elas têm menos conhecimento e recursos para evitar a gravidez, assim como menos meios para pagar por métodos abortivos mais seguros, ainda que clandestinos.

Movimentos contrários ao aborto, por sua vez, argumentam que o direito à vida também deve ser garantido ao feto e, por isso, a prática seria inconstitucional. Esses grupos hoje contam no Congresso com o apoio de uma ampla bancada de parlamentares, em geral católicos e evangélicos, que atuam para impedir a legalização do aborto ou mesmo aumentar sua restrição.

É desejo desses parlamentares aprovar uma emenda à Constituição prevendo expressamente que o direito à vida está garantido desde a concepção.

"Muito provavelmente, mudando a nossa Constituição, passa-se a ter uma nova interpretação dessas leis que já estão em vigor no nosso país (e permitem algumas hipóteses de aborto)", disse no ano passado o deputado Diego Garcia (PHS-PR), em um debate na Câmara.

Mesmo que isso seja aprovado, no entanto, caberá ao Supremo a palavra final sobre se o eventual direito à vida do embrião se sobrepõe aos direitos das mulheres, ressalta a antropóloga Debora Diniz, do instituto Anis.

Essa tensão é destacada pela presidente do STF, Carmén Lúcia, no livro O Direito à Vida Digna, publicado em 2004, pouco antes de sua entrada na Corte. Trechos da obra são citados na ação para fundamentar o pedido de legalização.

"Quando se põe em debate o aborto, o que se oferece, num primeiro lance de discussões, é se o embrião e o feto seriam pessoas, porque, a se responder afirmativamente, eles titularizariam o primeiro de todos como é o direito à vida digna, a qual, como antes lembrado, é intangível e inviolável. Mas não se há de ignorar que a vida é o direito que se exerce com o outro, no espaço das relações entre sujeitos, não se podendo anular, portando, a condição de pessoa-mulher que, em sua dignidade, é livre para exercer a escolha da maternidade ou não", escreveu a ministra no livro.

Imagem
Presidente do STF, ministra Cármem Lúcia diz em livro que 'não se pode anular a condição de pessoa-mulher que é livre para exercer a escolha da maternidade ou não'

Antes de assumir a presidência do STF, Cármem Lúcia foi sorteada para ser relatora de outra ação, movida em agosto pela Anis e a Associação Nacional de Defensores Públicos, que pede a liberação da interrupção da gravidez em caso de gestantes infectadas pelo vírus Zika.

A ministra deu rito de "urgência e prioridade" à tramitação e chegou a pautá-la para julgamento em dezembro.

No entanto, o caso deixou de ser analisado devido a outra questão mais urgente naquele dia - a decisão sobre se Renan Calheiros deveria ser afastado da presidência do Senado. Até agora o caso não voltou para a pauta.

O que esperar do Supremo?

Na última década, o Supremo tomou decisões que podem indicar uma abertura da Corte para o debate do aborto. Não está claro, porém, se há maioria para aprovar uma legalização ampla da prática.

Na decisão mais recente, há três meses, a primeira turma do STF, formada por cinco dos onze ministros, decidiu colocar em liberdade duas pessoas que haviam sido presas em flagrante supostamente realizando aborto em uma clínica clandestina.

Os magistrados poderiam ter se limitado a revogar a prisão preventiva, sob argumento de que os acusados podem responder ao processo em liberdade. Foi o entendimento de Marco Aurélio e Luiz Fux.

Três ministros, no entanto, foram além. Acompanhando o surpreendente voto de Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Rosa Weber decidiram que a prisão não deveria ser mantida também porque a criminalização do aborto até o primeiro trimestre de gestação é incompatível com direitos fundamentais das mulheres, entre eles os direitos sexuais e reprodutivos, à autonomia, à integridade física e psíquica, além de ferir o princípio da igualdade.

O corte do primeiro trimestre, equivalente a doze semanas, foi proposto por Barroso porque é adotado na maioria dos países que permitem o aborto, como quase todos os países da União Europeia, Rússia, Suíça, Moçambique e Uruguai, entre outros.

"Durante esse período, o córtex cerebral - que permite que o feto desenvolva sentimentos e racionalidade - ainda não foi formado, nem há qualquer potencialidade de vida fora do útero materno", escreveu o ministro.

Barroso defendeu ainda em seu voto que o Estado e a sociedade devem buscar evitar o aborto por outros métodos que não a criminalização, como "oferta de educação sexual, distribuição de meios contraceptivos e amparo à mulher que deseje ter o filho e se encontre em circunstâncias adversas".

A decisão causou imediata reação no Congresso: "Revogar o Código Penal, como foi feito, trata-se de um grande atentado ao Estado de direito. O aborto é um crime abominável porque ceifa a vida de um inocente", disse na ocasião o deputado Evandro Gussi (PV/SP).

E os votos no plenário?

A ação, caso seja levada a julgamento, será analisada em plenário, pelos onze ministros.

O caso citado acima sugere haver ao menos três votos simpáticos à tese defendida pelo PSOL. O fato de Marco Aurélio e Fux não terem acompanhado a decisão de Barroso não deixa claro qual seria o posicionamento deles sobre a ampla descriminalização do aborto, já que não entraram nesse mérito. Os ministros podem não ter seguido o colega por discordar da tese ou por não considerarem adequado abordar essa discussão ao julgar o habeas corpus.

Outras pistas sobre os possíveis posicionamentos dos ministros são os julgamentos que liberaram o aborto de anencéfalos (2012) e a pesquisa científica com células-tronco embrionárias (2008) - caso que provocou uma discussão sobre quais seriam os direitos do embrião e se sua vida estaria protegida pela Constituição.

Dos ministros que ainda estão no Supremo, votaram pela liberação do aborto de anencéfalos Marco Aurélio, Luiz Fux, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Celso de Mello. Ricardo Lewandowski disse que a decisão caberia ao Congresso e ficou contra.

Dias Toffoli, por sua vez, não participou do julgamento porque quando era advogado-geral da União já havia se manifestado na causa a favor do aborto de fetos sem cérebro.

Já no segundo caso, quando a maioria do Supremo entendeu que as pesquisas com células-tronco embrionárias não violam o direito à vida, foram favoráveis a essa decisão Cármen Lúcia, Marco Aurélio, Celso de Mello e Gilmar Mendes - considerando apenas os que permanecem no STF.

A decisão de Lewandowski novamente destoou: ele votou que as pesquisas poderiam ser feitas, mas somente se embriões ainda viáveis não fossem destruídos para a retirada das células-tronco.

Toffoli era na época advogado-geral da União e defendeu as pesquisas.

Os votos favoráveis nesses dois julgamentos podem sinalizar uma abertura dos ministros à discussão da legalização ampla do aborto, mas não permitem tirar uma conclusão sobre quais serão seus posicionamentos.

Por outro lado, esses dois casos parecem indicar uma probabilidade alta de que Lewandowski vote contra a legalização do aborto em eventual julgamento da ação. Também sinalizam que ele tende a ter menos interesse em dar agilidade ao processo, caso seja sorteado relator.

Questionado sobre o tema há duas semanas na sabatina do Senado, o futuro ministro do STF Alexandre de Moraes (sua posse será dia 22) se esquivou de responder se é a favor ou contra a legalização. Segundo reportagem do Conjur, especializado em notícias jurídicas, antes de ser indicado Moraes já havia se manifestado contra a legalização ampla do aborto, por considerar que o direito à vida começa no momento da fecundação.

Por que agora?

A discussão sobre a legalização do aborto não é nova, então por que justamente agora a ação chega ao STF? Segundo Luciana Boiteux, professora de Direito Penal da UFRJ e filiada ao PSOL, a iniciativa do partido reflete um fortalecimento recente do movimento das mulheres no país.

No final de 2015, por exemplo, uma série de protestos feministas nas principais cidades do país conseguiu barrar o andamento no Congresso de um projeto de lei que buscava aumentar as penas para aborto.

"Essa ação está sintonizada com o movimento das ruas, com todo o fortalecimento desse debate feminista que o Supremo agora vai ter que enfrentar", afirmou.

Na sua opinião, é preciso levar a questão à Corte porque o Congresso "não é representativo para as mulheres". Atualmente, 90% dos parlamentares são homens.

"No Supremo, a gente vê uma maior abertura para um debate que já foi feito inclusive por diversas outras cortes no mundo. É um espaço tão legítimo quanto (o Congresso)", defende Boiteux, citando julgamentos sobre aborto nos Estados Unidos, Alemanha e Portugal.


http://www.bbc.com/portuguese/brasil-39190495
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Re: Aborto

Mensagempor Homem » 24 jul 2017, 21:50

Diputados rechazan proyecto de aborto y pasa a comisión mixta

El resultado de la votación fue 66 votos a favor, 40 en contra y una abstención.

Con 66 votos a favor, 40 en contra y una abstención, la Cámara de Diputados aprobó las enmiendas del Senado en proyecto de aborto en tres causales, sin embargo, al no alcanzar el quórum necesario la iniciativa deber ser vista en Comisión Mixta.

La situación no dejó indiferente a los parlamentarios que apoyaron la iniciativa. En este sentido Marco Antonio Núñez afirmó que “por un voto, en vez de terminar este proceso acá, tiene que ir a comisión mixta, es un artículo que tiene que ver con el acompañamiento, lo que va a ocurrir ahora es que el TC declare inconstitucional este proyecto de ley, quiero hacer un llamado. Lo concreto es que tenemos que entender que la comisión mixta va a tomar varias semanas”.

“Nos faltó solo un voto y espero a que la comisión mixta pueda sesionar rápidamente”, agregó.

Por su parte, el diputado de la DC, Gabriel Silber restó dramatismo al rechazo de la iniciativa: “vamos a ir a mixta para que este proyecto de ley sea ley de la República. Vamos a asegurar los votos para que esto sea ley”.

Por su parte el diputado de RN, Gonzalo Fuenzalida destacó a través de Twitter el rechazo en la Sala de la Cámara del proyecto que busca despenalizar el aborto en tres causales, aprobado el martes en una maratónica jornada en el Senado.

En tanto, la diputada del Partido Comunista, Karol Cariola lamentó la abstención del diputado Marcelo Chávez (DC) que formó el paso de la iniciativa a la comisión mixta. “Lamento profundamente que habiendo diputados de la Nueva Mayoría en sala se hayan abstenido de votar”.

“Creo que es lamentable, espero que los parlamentarios que no se atrevieron a tomar una decisión, sean más valientes en la etapa que viene”, agregó Cariola.

“Aquí han ganado las mujeres, ha ganado el país. Este es un proyecto de ley que en sus ideas matrices está aprobado”, subrayó.

Noticia en Desarrollo…


https://www.publimetro.cl/cl/noticias/2 ... mixta.html
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Re: Aborto

Mensagempor Homem » 19 ago 2017, 20:12

Descubra o modo perturbador como a Islândia está “erradicando” a síndrome de Down:

https://www.cbsnews.com/news/down-syndrome-iceland/
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Re: Aborto

Mensagempor Homem » 08 set 2017, 20:10

Pílulas abortivas que são vendidas nas farmácias:

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Estas porcarias deveriam ser proibidas. E quem vende e quem consome deveria ser condenado por homicídio triplamente qualificado.
Deveria haver batidas policiais em farmácias que vendem estas porcarias abortivas, como ocorre em bocas de fumo.
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Re: Aborto

Mensagempor AC300 » 09 set 2017, 20:25

Não sabia dessa merda.

Homem Escreveu:
Estas porcarias deveriam ser proibidas. E quem vende e quem consome deveria ser condenado por homicídio triplamente qualificado.
Deveria haver batidas policiais em farmácias que vendem estas porcarias abortivas, como ocorre em bocas de fumo.

[2].
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Re: Aborto

Mensagempor Latinus » 05 jan 2018, 13:51

Eu não sou 100% contra o aborto. Eu até apoio quando se trata de estupro ou má formação da criança.

Por exemplo, você seria contra o aborto se durante o ultrassom fosse descoberto que a criança possui uma deformidade genética incurável? Deformidade essa que iria dificultar e muito a vida da criança conforme fosse crescendo.
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Re: Aborto

Mensagempor Homem » 05 jan 2018, 19:02

Latinus Escreveu:Eu não sou 100% contra o aborto. Eu até apoio quando se trata de estupro ou má formação da criança.

Por exemplo, você seria contra o aborto se durante o ultrassom fosse descoberto que a criança possui uma deformidade genética incurável? Deformidade essa que iria dificultar e muito a vida da criança conforme fosse crescendo.

Sou contra o aborto em qualquer situação.
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Re: Aborto

Mensagempor Latinus » 05 jan 2018, 22:17

Homem Escreveu:
Latinus Escreveu:Eu não sou 100% contra o aborto. Eu até apoio quando se trata de estupro ou má formação da criança.

Por exemplo, você seria contra o aborto se durante o ultrassom fosse descoberto que a criança possui uma deformidade genética incurável? Deformidade essa que iria dificultar e muito a vida da criança conforme fosse crescendo.

Sou contra o aborto em qualquer situação.


Resumindo: você está mais preocupado com o que considera moral (neste caso ser contra o aborto) do que com o sofrimento de suas vítimas.

Uma garota nova e imatura é obrigada a ter uma criança (fruto de um estupro) apenas porque é "imoral abortar em qualquer situação"? Imagine como ficará a cabeça da criança...

Caso perguntem quem é o seu pai, o que ele responderá? Dirá que foi fruto de um estupro?

E uma criança que nasceu com graves deformidades genéticas incuráveis (têm vários casos bizarros, como nascer com um "braço" na barriga)? Ela será obrigada a ter uma vida de sofrimento apenas porque abortar é "errado em qualquer situação"?
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Re: Aborto

Mensagempor AC300 » 05 jan 2018, 23:29

Latinus Escreveu:
Homem Escreveu:
Latinus Escreveu:Eu não sou 100% contra o aborto. Eu até apoio quando se trata de estupro ou má formação da criança.

Por exemplo, você seria contra o aborto se durante o ultrassom fosse descoberto que a criança possui uma deformidade genética incurável? Deformidade essa que iria dificultar e muito a vida da criança conforme fosse crescendo.

Sou contra o aborto em qualquer situação.


Resumindo: você está mais preocupado com o que considera moral (neste caso ser contra o aborto) do que com o sofrimento de suas vítimas.

Uma garota nova e imatura é obrigada a ter uma criança (fruto de um estupro) apenas porque é "imoral abortar em qualquer situação"? Imagine como ficará a cabeça da criança...

Caso perguntem quem é o seu pai, o que ele responderá? Dirá que foi fruto de um estupro?

E uma criança que nasceu com graves deformidades genéticas incuráveis (têm vários casos bizarros, como nascer com um "braço" na barriga)? Ela será obrigada a ter uma vida de sofrimento apenas porque abortar é "errado em qualquer situação"?

Tradução: A criança vai ter uma vida difícil, uma vida de sofrimento. solução: vamos matá-la.

Sou contra o aborto em qualquer situação [2]
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Re: Aborto

Mensagempor Latinus » 05 jan 2018, 23:45

Sim, claro, é "malvadeza" abortar uma criança que terá uma vida de sofrimento, mas o oposto, ou seja, não abortar apenas para mostrar o quão "bonzinho" e "tolerante" você é, não é considerado algo podre para vocês. :facepalm:

Beleza, se eu tiver um filho e descobrir no ultrassom que ele tem três cabeças, eu não abortarei, pois não é justo com a criança. Ela tem mais é que sofrer. :facepalm:
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Re: Aborto

Mensagempor Mr. Brownstone » 06 jan 2018, 00:36

Só em caso de deficiência mesmo. Igual espartano, ateniense e vikings.

Em caso de estupro não.
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Re: Aborto

Mensagempor Homem » 06 jan 2018, 09:46

Latinus Escreveu:
Homem Escreveu:
Latinus Escreveu:Eu não sou 100% contra o aborto. Eu até apoio quando se trata de estupro ou má formação da criança.

Por exemplo, você seria contra o aborto se durante o ultrassom fosse descoberto que a criança possui uma deformidade genética incurável? Deformidade essa que iria dificultar e muito a vida da criança conforme fosse crescendo.

Sou contra o aborto em qualquer situação.


Resumindo: você está mais preocupado com o que considera moral (neste caso ser contra o aborto) do que com o sofrimento de suas vítimas.

Uma garota nova e imatura é obrigada a ter uma criança (fruto de um estupro) apenas porque é "imoral abortar em qualquer situação"? Imagine como ficará a cabeça da criança...

Caso perguntem quem é o seu pai, o que ele responderá? Dirá que foi fruto de um estupro?

E uma criança que nasceu com graves deformidades genéticas incuráveis (têm vários casos bizarros, como nascer com um "braço" na barriga)? Ela será obrigada a ter uma vida de sofrimento apenas porque abortar é "errado em qualquer situação"?

Então é a favor de matar bebês doentes, deficientes e com deformidade genética? Então vc é um fdp eugenista (como todo abortista é).

Quanto o aborto em caso de estupro, já tem um tópico, com um video do Paulo Kogos, que discute o aborto em caso de estupro:
Uma analogia.

Imagine uma batalha naval entre um trirreme grego e um trirreme persa. Os trirremes tinham um arpão na ponta. Então o persa, que é o agressor, joga o trirreme grego contra uma ilha onde há um cara dormindo no coqueiro. O navio grego esbarra na ilha e o cara que estava dormindo no coqueiro cai dentro do navio grego. O persa foge, some. E o grego está com o cara dentro do seu navio.O grego pode jogar o cara no mar? Seria correto ele fazer isso? O grego não tem o direito de fazer isso, porque o cara estava dormindo no coqueiro, ele apenas caiu no navio grego como consequencia direta de uma batalha naval em que o grego estava envolvido previamente.

Imagem

Acho que é mais ou menos por aí que se raciocina o aborto em caso de estupro.

Deixe a sua opinião.

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Re: Aborto

Mensagempor Homem » 06 jan 2018, 09:49

Pelo raciocínio deste vagabundo eugenista, Jesus deveria ter sido abortado, já que ele teve uma vida de sofrimentos (pra começar, nasceu em uma manjedoura).
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