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O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

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Darien
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Darien » 25 set 2016, 11:19

Esse vídeo dos vingadores contra o Trump é típico.

Pianinho triste no fundo, atores "mega engajados" fazendo caras e bocas com background branco, texto clichê exortando responsabilidade individual das pessoas para "salvar o mundo". Ai meu saco. Parece aquelas campanhas da globo isso aí.

Pra quem não sabe a Scarlett Johanson é democrata de carteirinha. O ator que faz o Hulk é ambientalista fanático e chegou a declarar apoio a Marina Silva aqui no BR mas recuou após saber que ela seria contra o casamento gay.

Será que o Capitão América mesmo votaria na Hillary? rs
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Major Lobo Realista » 28 set 2016, 07:30

Darien Escreveu:Esse novo homem aranha tem cara de ser um caminhão de bosta inacreditável.

Agora na saga Guerra Civil II ele vai ser o negrinho perseguido por ser acusado de matar o Capitão América branco ex-bonzinho agente da hidra... aiai

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Na história parece que tem um inumano que tem visões do futuro e mostra isso, aí vão perseguir o HA coitadista por algo que ele ainda não fez... :facepalm: :facepalm: :facepalm:
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Major Lobo Realista » 24 out 2016, 07:57

Mais nojo da Marvel;

GRUPO DE FEMINISTAS “FORÇAM” A MARVEL A MUDAR A CAPA DA PRIMEIRA HQ DE RIRI WILLIAMS

A Marvel vem há um tempo fazendo um projeto de diversidade nas HQs. Miles Morales e recentemente Riri Williams, integram a geração de novos heróis nas histórias da Marvel.

Logo após Guerra Civil II, Tony Stark deixa o manto do Homem de Ferro. Assim Riri Williams, com apenas 15 anos de idade, a menina gênio, prodígio no meio tecnológico, é a mais capacitada para substituir Tony no manto de Homem de Ferro, se tornando a Iron Heart.

Mas no Twitter um grupo de pessoas não gostaram nada da capa, dizendo que estava muito sensual, e explorava demais a sexualidade da personagem de apenas 15 anos.

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Mais tarde, a Marvel decidiu substituir a capa e cancelou o envio para os varejistas:

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O artista lamentou a decisão da editora:

J. Scott Campbell:

"The decision today is unfortunate. Simply attempted to draw a young, sassy coming of age young woman. But I don't blame Midtown or Marvel."

E agora a capa está assim:

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http://cabanadoleitor.com.br/feministas ... -williams/
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Darien » 24 out 2016, 10:26

Se essa HQ vender pouco vão acusar o publico de machismo. Jamais dirão que ela é de baixa qualidade. Da mesma forma que fizeram com as caça fantasmas.
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Major Lobo Realista » 24 out 2016, 20:26

será que se a Marvel fosse de direita ela seria assim?

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:troll2 :hahaha: :troll
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Major Lobo Realista » 31 out 2016, 15:04

Roteirista feminista da Marvel arranja treta com fãs no twitter e fica de mimimi

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Chelsea Cain, autora da recém finalizada revista da personagem Harpia, apagou sua conta no Twitter nesta semana, citando múltiplos assédios e agressões online de usuários da rede.

O motivo do ódio contra a autora seria um apelo da mesma, em posts na rede social, por mais quadrinhos protagonizados por personagens femininas.

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Além do apelo de Cain, a capa da artista Joelle Jones para a última edição (de número oito) de Harpia fomentou ainda mais o ódio contra as criadoras na rede social.

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Devido à saída de Chelsea, muitos fãs e criadores mostraram apoio a autora através da hashtag #StandwithChelseaCain, postando a imagem da capa.

O próprio editor-chefe da Marvel, Axel Alonso, se manifestou no Twitter, demonstrando apoio à escritora e condenando as atitudes dos haters, que se dizem leitores.

Antes de sua recente carreira como autora de quadrinhos, Chelsea Cain é uma proeminente autora de romances incluindo o best seller intitulado Heartsick.

Em declarações subsequentes, Cain declarou que, em toda a sua carreira, nunca havia bloqueado ninguém no Twitter, até começar a escrever o quadrinho da personagem, que é relativamente desconhecida, na Marvel. Cain alerta que este é um problema bem específico do público de quadrinhos.

Pra quem não conhece a personagem, a Harpia já foi casada com o gavião arqueiro e era praticamente um clone da Canário Negro da DC. Em inglês MOCKINBIRD é "bem-te-vi", ela é loira, ela luta artes marciais, e namora o arqueiro da editora, e recentemente passou a participar da série Agentes da SHIELD:

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A atriz que faz a Harpia quase estrelou uma série da
Mulher-maravilha; este é o uniforme original da personagem.

Eu sabia que a Harpia tinha sido esposa do Gavião Arqueiro, mas nunca soube porque eles tinham se separado, e porque ela aparee sozinha na série Agentes da SHIELD enquanto o hawkeye aparece com outra família em Vingadores 2: A Era de Ultron. Acabei de descobrir agora e é uma história mais cabulosa do que eu imaginava!

Houve uma história dos anos 80, onde Harpia era drogada e fazia sexo não consentido com o vilão Cavaleiro Fantasma - ou seja, ela foi estuprada. Como consequência ela praticamente mata o criminoso, vendo-o cair num penhasco sem fazer nada para impedir. Como reage seu marido, o Gavião Arqueiro? O cara se divorcia da Harpia porque ela "infringiu o código dos super-heróis" matando um vilão, e não teve a minima solidariedade com a esposa. A historia tocou um assunto pesado para a época. As palavras da Harpia numa edição de Vingadores da Costa Oeste, de 1988, eram uma verdadeira sentença: "Eu fui estuprada", ela diz com todas as letras.

Mas a dona Chelsea faz um infame retcom onde ela anula o estupro da Harpia, achando que isso vai "empoderar" a personagem, mostrando que o sexo foi consentido, e que a Harpia não foi uma "vítima", porque mulher não pode ser vítima na "Marvel empoderada". Beleza, então ela matou o vilão a troco de que? A TROCO DE NADA! E o Gavião Arqueiro que muita gente pensava ser um machista filho da p...., estava CERTO o tempo todo! Sua esposa não só o traiu com um vilão, como ainda matou o cara depois quando se arrependeu.

Caramba, com uma "feminista" dessas, o "movimento" nem precisa de inimigos. E daí vem com mimimi de que o "machismo" não deixa ela vender revistas, quando a Poderosa Thor foi um sucesso comercial, Capitã Marvel sempre vendeu razoavelmente, Mulher-Maravilha é um gibi publicado há 75 anos sem parar. Ainda bem que essa revista afundou.
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Major Lobo Realista » 26 dez 2016, 13:50

LEITORES ABANDONAM MARVEL COMICS DEPOIS DA INVASÃO DOS JUSTICEIROS SOCIAIS. QUEM PODE CULPÁ-LOS?

Artigo original: Charlie Nash
Tradução e adaptação: Bruno Maia Giordano

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Introdução:

A justiçagem social, aquela dos seus amigos engajadinhos de facebook, que utilizam bordões do tipo “seje menas”, amam a palestina e odeiam Israel, sofrem horrores com micro-agressões e com mocinhos salvando mocinhas dos vilões mais sádicos (o que pode ser definido como machismo), está destruindo o roteiro de muitas HQs da Marvel. Como sempre, o mundo mágico dos jornalistas dos "prestigiados" New York Times, Vanity Fair, Huffington Post ou Folha de São Paulo e G1, não passa de uma perfeita periferia da realidade. Se você leu naquele site, que tem o nome de um prato feito a base de ovos crus mexidos, que está tudo bem e que os quadrinhos estão mais inclusivos, quando na verdade trocaram direitos civis por censura política, encare a realidade com o texto abaixo. O mercado dá o recado.

PS.: Alguns leitores disseram que não há dados sobre quedas nas vendas. Errado: Os dados estão linkados na matéria. Um dado nacional sobre o tal deficit de vendas é este: http://www.universohq.com/noticias/merc ... -retracao/. A atual recuperação do mercado, deve-se a saga Guerra Secretas.

"Thor? Você está brincando comigo? Eu deveria chamá-lo de Thor? " O vilão da Marvel, Homem Absorvente grita com a nova "mulher Thor "durante uma briga de rua viciosa em uma edição publicada no ano passado. "Feministas Malditas arruinando tudo!", complementa (Fig. 1).
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Fig. 01 - O único problema é que o vilão está certo...

O diálogo espelhou os mais sãos pensamentos do leitor durante a edição, mas não somos todos monstros, como você pode pensar. Somos apenas fiéis, leitores de longa data que estão doentes de raiva com nossos personagens favoritos sendo massacrados por lésbicas de piercing no nariz (e não há nada errado com elas, mas o contexto é apelativo), para vender diversidade e com o aparente custo, não apenas do diálogo, da história e da criatividade, mas também, parece-nos agora, do sucesso comercial da linha de quadrinhos da Marvel.

Um vilão baseado no candidato presidencial republicano Donald Trump está por aparecer em "Spider-Gwen Annual # 1" esta semana. O vilão, que atende pelo nome de MODAAK será visto rondando "estrangeiros sujos", tudo com piadas Mexicanas, piadas sujas, e até mesmo a assinatura e slogan do Trump: "Faça a América grande outra vez."

Em uma cena, uma Capitã América (mulher, afrodescendente e empoderada) pode ser vista batendo em MODAAK com seu escudo [sic] antes que o vilão possa completar seu slogan "Faça a América grande outra vez" (um clássico cliché das HQs e cinema, batídissimo e pedante) - fig. 02 e 03.

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Fig.02- Um dos novos vilões da Marvel é ninguém menos que... Donald Trump...

Sua tolerância pode variar com o dicurso do Trump. Uma abundância de leitores sorrirá sobre as piadas feitas às custas do Donald. Mas a crescente frustração dos clientes em preocupações sobre a terceira onda do feminismo, está obscurecendo o caminho dos quadrinhos da Marvel e isso começa a ter um efeito sobre as vendas. Acontece que você não pode intimidar as pessoas para a se preocuparem com "micro-agressões", dessa maneira. É como xingar seu próprio público.

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Fig 03- ...Que leva uma coça da Capitã América empoderada...
Politicagem da mais rasteira.

"[Um monte de sujeira misógina]", "[Meninismo e Racismo Casual de Ativistas dos Diretos dos Homens]", e mesmo "[As opiniões não solicitadas sobre Israel ???]" foram todas as legendas de algumas das falas, em “Angela: Rainha de Hel” (fig.05), uma história em quadrinhos da Marvel que foi cancelada depois de não conseguir definir o mundo em chamas no início deste ano. A história começou com cerca de 40.000 vendas em sua primeira edição, mas caiu para pouco menos de 25.000 em seu segundo número.

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Fig.04- Angela- Rainha do Hel, vendeu tão pouco que esta simples visualização teve mais views do que a revista de vendas: quase 50.000

Pela terceira edição, “Angela: Queen of Hel” estava vendendo um pouco mais de 20.000 peças, e pela última edição, de número sete, pouco mais de 14.000 pessoas compraram uma cópia. Isso mesmo: os quadrinhos perderam mais da metade de sua audiência no prazo de sete números.

Isso é porque a indústria de quadrinhos odeia as mulheres? Ou poderia ser talvez porque os leitores não gostam de ser torturados até a morte com política estudantil - ou porque guerreiros da justiça social tendem a não colocar seu dinheiro onde sua boca está.

A Marvel não está recebendo a mensagem. Seu mais recente personagem de quadrinhos é - vejam só - uma garota negra de 15 anos de idade que substituirá o Homem de Ferro. Está certo. Tony Stark, o cara mau, empresário, bilionário e playboy que representou o americano branco por excelência desde a década de 1960 está para ser substituído por uma garota negra 15 anos de idade, com um afro e brincos de argolas (novamente a questão aqui é de contexto).

Outras editoras de quadrinhos dificilmente são santas, é claro. Em uma edição de Mulher Maravilha da DC no ano passado, a popular super-heroína, queixou-se de um vilão que estaria fazendo "mansplaining" com ela antes que uma aliada lhe desse um soco na cara para o “crime” (o ato de falar interrompendo uma mulher é, segundo as caricatas feministas de terceira onda, chamado de mansplaining). "O lasso obriga a verdade, mas não pode parar o mansplaining" (Fig. 06), declarou a Mulher Maravilha, logo depois o "cara mau" teve seus dentes arrancados da boca pela amiguinha (a imagem da cena também teve mais visualizações negativas, do que o gibi em vendas… e é um dos momentos mais pedantes de toda a história dos comics).

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Fig 05 - Até os típicos bordões do movimento feminista de internet, estão colocando nas histórias, como o caricato "mansplaining"

Os novos estilos políticos sociais parecem uma escolha estranha para os editores que têm uma audiência predominantemente apolítica - e desproporcionalmente masculina- particularmente desde que o CEO da Marvel, Ike Perlmutter, também doou US$ 1 milhão para o Fundo dos Veteranos militares dos EUA, de Trump, em janeiro.

"Nós estamos vendo a pior queda de vendas da Marvel e DC na história em 38 anos da loja", reclamou um proprietário de uma loja de quadrinhos em um fórum da indústria. "Ambas as empresas estão perdendo leitores estabelecidos que já não sentem que a produção da empresa reflete o tipo de quadrinhos que eles gostam".

"Pela primeira vez na história da loja, o gerente de vendas da Marvel nos viu encomendar um dígito em mais de metade dos itens na linha da seção Marvel."

Os leitores da Marvel estão azedando particularmente rápido. Com a exceção de alguns quadrinhos grandes, cujos personagens, até agora, escaparam do expurgo SJW de qualquer coisa remotamente parecida com um homem branco hétero, os leitores da Marvel estão indo simplesmente para outro lugar.

A Marvel alterou radicalmente os seus personagens clássicos, cedendo aos apelos para mais diversidade, criou um Spiderman negro e uma Thor mulher (ao invés de criar novos personagens para atender esta demanda). Isto, efetivamente, tem transformado uma empresa multi-bilionária em um zine justiceiro de um dollar.

Aqui está uma novidade para a Marvel: racialistas agressivos e guerreiros de gênero, que se queixam sem parar sobre a "falta de diversidade" nas histórias em quadrinhos não compram histórias em quadrinhos. Eles estão interessados em políticas de identidade, não em diversão.

Quando os seus clientes - os fãs de quadrinhos por toda uma vida - pegarem a última edição e encontrarem uma miscelânea de irrelevantes e intimidantes comentários pop culturais e sociais, eles provavelmente não vão comprar a próxima edição. Não porque eles são machistas e racistas, mas porque as coisas que você estão publicando são uma porcaria.

As pessoas lêem histórias em quadrinhos para escapar do mundo real, e os leitores estão fartos de serem chamados de homens privilegiados cis brancos ou misóginos no mundo real, e ainda mais em um lugar do qual querem escapar. Se vocês quiserem colocar essas coisas em seus comics, vão em frente, mas os leitores irão somente parar de comprá-los.

A Marvel está refém, dividida entre apaziguar justiceiros sociais (SJWs) ou enlouquecê-los, depois de tentar corrigir alguma situação confusa com algum tapa de luva, quando na verdade deveria oferecer o dedo médio em resposta. Eles não estão muito preocupados agora, devido ao sucesso dos filmes de super-heróis nas bilheterias.

Mas enquanto a empresa está fazendo dinheiro em Hollywood, na esperança de que as audiências continuem entusiasmadas com franquias de crossovers cada vez mais desesperadas, há problemas no horizonte, não apenas no núcleo de propriedade intelectual do estúdio, mas na integridade criativa do seu trabalho, também. Marvel: Apenas faça as coisas direito...

Fonte: site Popliberal
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Major Lobo Realista » 03 abr 2017, 14:21

Excesso de esquerdismo se reflete em queda nas vendas dos quadrinhos da Marvel. Já não era sem tempo...

Marvel: Reunião-bomba com lojistas expõe crise editorial

03/04/2017

No fim da última semana, diretores do alto escalão da Marvel se reuniram com lojistas de quadrinhos nos escritórios da Marvel, em Nova York. O objetivo do encontro era assegurar que a editora está trabalhando em conjunto com seus parceiros, com o discurso de que a Casa das Ideias utilizará uma comunicação mais efetiva, com o objetivo de atrair leitores casuais para as lojas. Ao todo, 14 dos maiores lojistas de quadrinhos, de diferentes localidades dos EUA (e um do Canadá), participaram da reunião, a primeira dessa grandeza desde a crise financeira da Marvel nos anos 1990.

A cobertura da atividade foi delegada a apenas um veículo de comunicação, o site de cultura pop e tecnologia ICv2. O que a princípio parecia ser apenas mais um encontro de cunho corporativo se revelou, no entanto, uma grande sangria de informações a respeito da conturbada relação entre os acionistas e a Marvel – e de como isso afeta e determina os rumos criativos da editora.

De acordo com Milton Griepp, repórter designado pelo ICv2 para a cobertura do evento, a Marvel impôs alguns embargos à cobertura, principalmente relacionados à divulgação de “planos editorais que ainda não foram revelados ao público”. Porém, não ofereceu nenhuma restrição quanto às pautas de discussão. O editor-chefe Axel Alonso e o vice-presidente de vendas e marketing David Gabriel conduziram os trabalhos, solicitando “franqueza” aos envolvidos no encontro.

Entre os principais pontos de descontentamento revelados pelos lojistas, estão:

Descaracterização dos personagens clássicos, e a consequente aposta em personagens de legado pertencentes a minorias;

Excesso de eventos grandiosos, que a todo momento reiniciam a linha de revistas da editora, gerando desgaste nos leitores;

“Gerenciamento de talentos”, ou seja, o recrutamento das equipes criativas que trabalham nas publicações carro-chefe da editora;

Políticas editoriais, como preços de encadernados e ausência de séries limitadas.

A cobertura movimentou a mídia especializada nos últimos dias, gerando uma série de repercussões na indústria de quadrinhos. Debates sobre o perfil conservador do leitor de quadrinhos, a influência do meio corporativo nas decisões criativas e os rumos editoriais da Marvel despertaram o clamor de figuras importantes para a cena dos quadrinhos mainstream dos EUA.

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Top 15 de solicitações do mês de fevereiro escancara domínio da DC e de sua iniciativa Rebirth no mercado. Nos últimos 50 anos, em raras vezes isso aconteceu. Fonte: Comichron.

Para começar, detalhamos cada um dos pontos principais do encontro. Você pode conferi-los, em tópicos, a seguir:

Descaracterização dos personagens

Um dos principais tópicos da discussão foi a quantidade de personagens de legado que estão habitando as páginas dos títulos carros-chefe da Marvel, seguidos da descaracterização de marcas clássicas da editora, como Capitão América, Homem de Ferro, Thor e Hulk.

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Capa de Champions #1, equipe totalmente formada por personagens de legado. Arte de Humberto Ramos. Direitos: Marvel Entertainment.

A avaliação dos varejistas é de que os leitores de quadrinhos não querem isso, pois são apegados às caracterizações clássicas de seus personagens favoritos. Portanto, eles não estariam interessados em “mensagens políticas” inclusas nessas histórias.

Isso estaria afetando diretamente as vendas da Marvel, que não apenas tem caído nos últimos meses, como tem mostrado desvantagem em relação à sua concorrente direta, a DC Comics – que deixou de ser a Distinta Concorrência (termo cunhado para ironizar a eterna liderança da Marvel no mercado*) para ser, efetivamente, a líder consolidada de vendas no mercado estadunidense a partir da iniciativa Rebirth (Renascimento, no Brasil). Vale lembrar que Rebirth se propôs a recuperar antigos valores da DC e da indústria, valorizando as caracterizações mais clássicas de seus personagens, exatamente o contrário do que a Marvel tem feito.

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Axel Alonso dissertou sobre o tema:

Passamos por um período na cultura pop, como um todo, em que há uma discussão maciça sobre inclusão e diversidade. Foi um tema maciço no Oscar. Isso varreu nossa cultura. Estávamos conscientes disso.

Mas a Marvel não é sobre política. Estamos contando histórias sobre o mundo. Acho que somos uma extensão do que Stan [Lee] fez. Quando olho para o que estamos fazendo, estamos contando histórias que importam neste momento. Essa é a coisa mais importante.

Alonso lembrou que um evento vindouro da Marvel, Generations, servirá como um anúncio de que os heróis clássicos estão lá, e ainda são importantes para a editora – uma espécie de aceno para os leitores tradicionais.

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Porém, a declaração mais forte foi a de David Gabriel. Confira o que ele disse, respondendo à seguinte pergunta do ICv2: “Por que esses gostos dos leitores mudaram?”:

Eu não sei se isso é uma pergunta para mim. Acho que essa é uma pergunta melhor para os varejistas que estão vendo todos os editores. O que ouvimos foi que as pessoas não queriam mais diversidade. Eles não queriam personagens femininas lá fora. Foi o que ouvimos, acredite ou não. Eu não sei se isso é realmente verdade, mas é isso que vimos nas vendas.

Esse trecho da entrevista foi particularmente destacado pelo polêmico repórter Jude Terror, do Bleeding Cool. Isso gerou uma truculenta manifestação de Mark Waid, um dos principais autores da Marvel:

It is to David Gabriel's enormous credit that he somehow chooses, every day, not to put his fist through Jude Terror's smug-ass face.

— Waid Wondercon F-5 (@MarkWaid) April 2, 2017

Numa tradução livre, Waid disse basicamente: “É um enorme feito para David Gabriel escolher, todos os dias, não esmurrar a cara pretensiosa de Jude Terror”.

Excesso de eventos e reboots

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A discussão sobre as representações dos personagens clássicos evoluiu para as estratégias editoriais que a Marvel tem adotado nos últimos anos – mais especificamente, a de lançar periodicamente grandes eventos compartilhados, que invariavelmente reiniciam toda a numeração de suas publicações. Nos últimos seis meses, por exemplo, tivemos seis grandes sagas: Civil War II, Clone Conspiracy, Death of X, Inhumans vs X-Men, Monsters Unleashed e Avengers Standoff. Muitos desses eventos geraram novos títulos ou renumerações de títulos existentes.

Na avaliação de Alonso, a estratégia funciona num primeiro momento, já que os números #1 têm êxito, chegando até a 300 mil cópias vendidas. Porém, esse sucesso geralmente não é transferido para as edições seguintes, que apresentam quedas vertiginosas com o tempo – pelo menos até o próximo evento e o consequente novo número 1 da publicação. Isso força a Marvel a tomar algumas decisões ousadas, como aumentar o preço de capa de algumas publicações. David Gabriel citou o caso de Amazing Spider Man, que, em sua edição de número #25, subiu o preço de U$$ 3,99 para U$$ 9,99 – o que triplicou as vendas.

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Capa variante de The Amazing Spider-Man #25. Arte de Alex Ross.

Mesmo assim, os lojistas não se sentem satisfeitos, já que a medida é apenas paliativa. Ou seja: para eles, o desgaste dos leitores é mais impactante para as vendas do que curiosidade de ler um novo número #1 a cada seis meses. Alonso tinha preparada uma resposta rápida ao problema apontado pelos varejistas. Segundo ele, nenhum grande evento está agendado após Secret Empire, que acaba em outubro. Ao que parece, a intenção de Alonso é que as coisas continuem assim por um tempo.

Gerenciamento de talentos

Um ponto que gerou convergência de opiniões entre executivos da Marvel e lojistas foi a manutenção de grandes talentos artísticos nos títulos da editora – ou seja, a dificuldade de se manter top creators produzindo as revistas por um longo período de tempo.

Isso aconteceria, principalmente, por conta das vantagens que os grandes criadores teriam ao embarcar em projetos autorais com outras editoras, como a Image. Esses contratos seriam muito mais lucrativos e vantajosos aos artistas.

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Jeff Lemire malandrilson #soquenaoJeff Lemire, que recentemente deixou a Marvel, onde escrevia a elogiada Old Man Logan, para se focar nos projetos autorais com a Image.

“[Os autores] me dizem que podem vender metade do número de cópias na Image e fazer o dobro do dinheiro que fazem num projeto da Marvel. Eu não sei se esses são números exatos, ou se eles estão exagerando. Isso soa para mim como se fosse, definitivamente, uma das coisas que torna o trabalho de vocês difícil na aquisição de talentos”, disse um dos lojistas. “Todo mundo tem que tomar uma decisão, e todo mundo tem um orçamento”, outro representante dos lojistas completou. Nenhum deles foi identificado pelo ICv2.

David Gabriel se defendeu:

Esse é assunto constante por aqui. Estamos sempre falando sobre criadores. Eu pessoalmente acho que Axel e nossos editores aqui são os melhores na indústria em pegar alguns desses pequenos caras que você nunca ouviu falar e impulsioná-los até grandes níveis.

Alonso complementou, dizendo que não é mais tão fácil medir o nível de popularidade dos artistas:

Não há nenhum aparelho lá fora. Não há mais nenhuma revista Wizard, que dizia quem eram os dez autores mais populares entre os fãs. Podemos promover nossos artistas tanto quanto queremos, mas não sabemos quantos artistas, além de talvez [Steve] McNiven e [Olivier] Coipel, fazem os fãs lerem qualquer coisa que desenhem.

Porém, o que se pode aferir dessas declarações é que os lojistas não estão satisfeitas com a qualidade média dos artistas que têm trabalhado nos principais títulos da Marvel.

Imagem
Capa de Civil War II #1, por David Marquez, artista ainda não tão conhecido frente ao grande público.

Alonso ainda aproveitou a oportunidade para defender a ideia dos artistas rotativos, dizendo que este modelo “funciona”. Novamente citando os leitores, um fato que se repetiu várias vezes durante o encontro, Alonso disse que eles “se preocupam com a rapidez do envio. Eles querem que [os títulos] saiam na hora certa. Isso significa que você não tem que esperar um mês para o próximo capítulo.”

Imagem
Erik Larsen, criador de Savage Dragon e um dos fundadores da Image.

Erik Larsen (Savage Dragon), um dos líderes no êxodo de artistas que, insatisfeitos, deixaram a Marvel para criar a Image Comics no início dos anos 1990 buscando autonomia artística, usou o seu twitter para provocar a Marvel. Segundo ele, “A Marvel tem dito aos lojistas que os artistas não importam desde que a turma da Image a deixou” e que o plano de minimizar a importância dos artistas, trocando-os de título regularmente, seria um plano executado desde o Êxodo da Image.

Confira abaixo os tweets:

.@ImageComics @ChrisSamnee Marvel has been telling retailers that "artists don't matter" ever since the @ImageComics gang left.

— Erik Larsen (@ErikJLarsen) March 31, 2017

Estratégias editoriais

Outro assunto que foi pontuado na reunião entre Marvel e lojistas foi o preço dos encadernados. Lojistas questionaram Alonso e Gabriel sobre o alto valor de capa de suas compilações. Um dos representantes chegou inclusive a fazer uma desconfortável comparação com a DC: “Vamos falar, por exemplo, de Inumanos. A minissérie de Paul Jenkins e Jae Lee custa U$$ 34,99. É uma graphic novel de 304 páginas. Por comparação (não é inteiramente uma comparação justa), Batman: O Longo Dia das Bruxas tem 340 páginas e custa U$$ 24.99″.

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Inumanos, de Paul Jenkins e Jae Lee.

O assunto gerou uma reação diferente de Alonso e Gabriel, que não se mostraram sensíveis à ideia de redução de preços. Gabriel argumentou que tal medida incentivaria os leitores a comprar apenas os encadernados, o que diminuiria drasticamente as vendas do principal ganha-pão da Marvel: as revistas mensais. Porém, mantendo a postura política de se mostrar receptivo às interpelações dos lojistas, Gabriel disse que “não era contra” a diminuição dos preços, e acenou para uma possível mudança de postura da Marvel nesse sentido.

Ainda seguindo pelas estratégias editoriais da Marvel, Gabriel abordou o assunto das séries limitadas. Questionado pelos lojistas sobre a ausência desse tipo de material nas bancas, o VP disse que elas representam um “grito de morte” para a editora, e que elas só funcionam com os títulos da linha Star Wars.

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Darth Maul #1 foi a HQ mais vendida na Marvel em fevereiro, ocupando o primeiro lugar das mais vendidas nesse mês.

Gabriel disse que, se “você chama qualquer outra coisa no Universo Marvel de uma série limitada”, você “morreu de saída”, embora não existam registros de maiores explicações por parte do responsável pelas vendas da editora. Mas ele lamenta o fato:

Eu adoraria poder lançar séries limitadas. Não haveria nada mais reconfortante do que isso, porque significa que eu posso juntar uma equipe e dizer: “Tudo bem, você tem dez, doze edições. Escreva. Você sabe qual é o seu final. Faça.”

---------

darth Maul vendendo mais que homem-aranha, é porque o negócio tá feio mesmo. Bem feito.
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Major Lobo Realista » 03 abr 2017, 17:37

Sem querer ser repetitivo, mas vi uma matéria comentando a mesma coisa no site do UOL:

Mulher, negra e muçulmana: Marvel culpa "diversidade" pela queda nas vendas...

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Capa da HQ "Invincible Iron Man" com Riri Williams, que substituirá Tony Stark como "Homem de Ferro"

Versão feminina e negra de Homem de Ferro; Homem-Aranha negro; adolescente muçulmana como a nova heroína. A Marvel Comics vem ampliando nos últimos anos raças, gêneros e credos dos personagens das HQs, mas, aparentemente, a diversidade não deu resultados.

O vice-presidente de vendas da companhia, David Gabriel, foi perguntando pela revista ICv2 sobre os baixos resultados no último ano e a resposta foi direta: "Pelo que ouvimos, as pessoas não querem mais diversidade. Não querem personagens femininos. Foi o que ouvimos, acredite ou não. Não acredito que isso seja verdade, mas é isso que vemos nas vendas".

Ele completa: "Vimos as vendas de qualquer personagem que tenha sido diversificado, qualquer personagem novo, nossas heroínas, tudo que não fazia parte do núcleo Marvel, e as pessoas estão torcendo o nariz para eles. E isso é difícil para nós, porque temos muitas ideias novas e frescas que estamos tentando emplacar, mas nada dá certo". Ainda para a ICv2, David tentou consertar sua última declaração ao lembrar que "nossos novos heróis não vão a lugar nenhum! Estamos orgulhosos e animados em introduzir protagonistas que refletem novas vozes e experiências no universo Marvel, além de juntá-los com novos icônicos heróis".

Mesmo com o esforço, a internet não perdoou David e criticou a Marvel impiedosamente. O escritor G. Willow Wilson, responsável pela série da Ms. Marvel, uma adolescente cujos pais saíram do Paquistão e foram para os Estados Unidos , reprovou a declaração e apontou: "Vamos riscar a palavra 'diversidade' completamente e substitui-la por autenticidade e realismo. Isso não é um novo mundo. Isso é o mundo".

Estão fazendo a mesma porcaria na tv: séries boas como Homeland agora abraçaram o multiculturalismo como se não houvesse um mundo real aqui fora, onde o fundamentalismo islâmico dita regras. Vamos ver se agora as outras mídias também acordem para issso.

https://entretenimento.uol.com.br/notic ... vendas.htm

"A natureza humana sempre pega o progressista de surpresa".
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor St. Cloud » 03 abr 2017, 18:41

Que se fodam

No mais eu acho é pouco...tentarei não consumir mais nada deles inclusive
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Major Lobo Realista » 04 mai 2017, 15:29

Marvel CAGA no túmulo de Jack Kirby e na cara de seus fãs

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A maior homenagem que Kirby poderia receber em seu centenário seria ser desenhado como Capitão América.

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O jovem pobre que saiu do gueto e se tornou um dos maiores artistas americanos de todos os tempos, que foi a Europa socar Hitler pessoalmente, este foi Kirby. O verdadeiro Capitão América.

Jack Kirby sempre dizia que tinha criado o que criou por que precisava, tudo por necessidade, nas palavras dele, ele trabalhava com quadrinhos para “make a living”.

Tudo o que fez foi para garantir sua sobrevivência, ele tinha mulher e filhos e precisava mante-los.

Graças a essa necessidade ele criou os maiores personagens de quadrinhos de todos os tempos.

Não esse lixo que a Marvel apresenta hoje, fruto da total inversão de valores e desrespeito a tradição.

Que isso não seja respeitado hoje em dia é prova de que nada pode ser respeitado.

E nada pode ser criado.

Os desenhistas e escritores de hoje não tem a urgência que ele tinha, não tiveram a vivência que ele teve, então não vão criar o que ele criou.

Só vão deturpar o que ele criou e se promover a custa disso.

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Transformar Capitão América em nazista no ano de centenário de Jack Kirby foi a maior ofensa que uma editora de quadrinhos cometeu contra a memória de um artista.

Mas sempre foi assim, Marvel maltratou Kirby durante décadas, sequestrou seus originais e só os devolveu depois de muita pressão.

Não adianta retrucar que a Marvel levantou Kirby, na verdade foi o contrário.

Foi Kirby quem levantou a Marvel. Quando o frouxo Stan Lee estava lá chorando pelo fim da editora, que até então publicava gibis de monstros, Kirby trouxe o Quarteto Fantástico e fez tudo ressurgir e crescer. (Ver o livro Marvel a História Secreta, de Sean Howe)

A ingratidão da Marvel a Kirby é tamanha que lotaram seus escritórios de esquerdistas justiceiros sociais que não respeitam a tradição dos quadrinhos de heróis. O legado de Kirby foi conspurcado.

Maldita seja a atual Marvel e seus apoiadores que se promovem pessoalmente com tamanho vilipêndio, sequiosos por fama, dinheiro e leais a agendas políticas ignominiosas.

(Lembrando que Jack Kirby lutou na guerra pessoalmente contra os nazistas.)

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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Schrödinger » 04 mai 2017, 15:46

Eu não acompanho gibis, vulgo HQ. Mas pelo menos em relação às séries e filmes a Marvel melhorou muito. Principalmente porque ela parece (impressão minha) estar disposta a atingir o público adulto. Exemplos: DeadPool, Logan, Demolidor e o Justiceiro.

Eu pessoalmente estou muito empolgado com a série do Justiceiro que será lançada na Netflix:





O Justiceiro aparece na segunda temporada de demolidor e manda essa na lata: ''I do the one thing that you can’t. You hit them and they get back up, I hit them and they stay down.'' (Eu faço uma coisa que você não pode. Você acerta eles e eles levantam, eu acerto eles e eles permanecem no chão. Tradução porca feita por mim)
Se você está aqui pra aprender a agradar mulher, você é um filho da puta, aqui não é o teu lugar. Enfia o teu rabo no meio das pernas e saia daqui.
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Major Lobo Realista » 04 mai 2017, 16:43

Os filmes de super-heróis de quadrinhos desde o inicio dos anos 2000 pra cá melhoraram muito, mas isso se deve ao fato deles se inspirarem no conteúdo mais antigo, clássico. Quando começarem a fazer adaptações dos quadrinhos de hoje aí a vaca vai começar a ir pro brejo no cinema (ou não, se as próximas gerações já estiverem bem doutrinadas). O cara da minha idade quer ir no cinema ver os gibis da juventude dele, não esse lixo ideológico que é publicado hoje em dia. vide o exemplo de Guardiães das galáxias, que é pura homenagem aos anos 80.
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Kenshin Himura » 21 mai 2017, 17:17

Essa do Capitão América ser da Hydra é pra apagar a luz e fechar a porta.
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Expoure » 21 mai 2017, 17:30

Cara, eu gostava de quadrinhos quando era pequeno e havia um pouco de masculinidade nisso. Único "herói" que acompanho é o deadpool. Se as feminazis jogassem o jogo dele iam ficar 300% putassa. Como alguns já disseram, a partir do momento que os homens abandonarem e boicotarem os quadrinhos e filmes da marvel quem vai restar pra consumir? a mulherada? Fala sério, mulher não gosta desse tipo de coisa e as que gostam é pra chamar atenção de macho, as famosas att whore.
“Aprendi na estrada que o mais difícil não é seguir em frente, e sim, não olhar para trás.”

"Se você parar de ver o mundo em termos do que você gosta ou desgosta e começar a ver as coisas pelo o que elas realmente são, vai encontrar um ideal de paz muito maior na sua vida"
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Major Lobo Realista » 08 jun 2017, 16:04

CAPTAIN AMERICA: STEVE ROGERS: ESCRITOR FAZ O CAPITÃO HIDRA REPETIR AFIRMAÇÕES DO PRESIDENTE TRUMP

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Na revista que interliga com a saga Imperio Secreto o personagem repete afirmações do presidente Trump

Ao que parece as polemicas com o Capitão America Nazista não vão parar, depois da Marvel ter transformado Trump oficialmente como um vilão do universo Marvel, agora os escritores estão colocando frases do presidente Trump sendo ditas pelo capitão nazista, mas não só isso, o personagem chama cientistas, jornalistas e historiadores de mentirosos.

Na edição 17 da revista uma jornalista questiona se as mudanças do Capitão vão totalmente contra o que ele representava e suas atitudes durante a guerra civil 1, o personagem então a chama de mentirosa, subitamente a jornalista chama historiadores e cientistas que contradizem o capitão nazista, ele chama todos de mentirosos e diz que vivenciou aquelas situações ao contrario deles, a mentira do capitão começa a se tornar verdade perante o grande publico.

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O Capitão começa um discurso dizendo que todos os Inumanos deveriam ser presos pelo que fizeram aos mutantes e outras pessoas, a edição acaba com a jornalista sendo presa por ter feito diversos crimes, mas sua entrevista aumenta a popularidade do capitão nazista.

http://www.hqfan.com.br/2017/05/captain ... ritor.html
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Cavalier » 08 jun 2017, 23:56

Se for mesmo= trump tem que meter no processo. pode perdoar não.
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Detektiv » 12 jul 2017, 20:57

Quem diria que o secularismo estragaria até os desenhos
O mais competente não discute, domina a sua ciência e cala-se. Voltaire
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Sombra » 19 jul 2017, 23:14

A cada filme novo que vou ver me sinto pior. E quadrinhos bons ficaram nas décadas de 60 70 80 e até mesmo 90
Who knows...?
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Re: O esquerdismo da Marvel anda um nojo ultimamente

Mensagempor Major Lobo Realista » 26 jul 2017, 16:09

Em forma de protesto, edições de Secret Empire estão sendo queimadas por fãs

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Não é nenhuma novidade que a nova saga do Capitão América, Secret Empire, está dando o que falar, a história que traz o personagem como agente da Hidra está gerando bastante revolta dos fãs, mesmo liderando o ranking de vendas no mês de abril.

Free Comic Book Day é um evento que desde 2001 distribui HQs gratuitas em todo primeiro sábado do mês de maio. E nesta edição os fãs que adquiriram a Secret Empire, queimaram a revista em forma de protesto, confira abaixo Tweets de pessoas que divulgaram o ato:

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“Feliz Dia dos Quadrinhos grátis”.

http://opontonerd.com.br/index.php/2017 ... s-por-fas/
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