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A Matrix da promiscuidade

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A Matrix da promiscuidade

Mensagempor Commodoro » 09 dez 2017, 10:31

Entre a "matrix" e o mundo real há um abismo. Mas o que é uma matrix? Pode indagar-se o leitor. Certamente o que vem à mente em primeiro plano, é o clássico Matrix (1999) dirigido pelos irmãos Andrew e Lana Wachowksi, e interpretado por Keanu Reeves no papel de "Neo", consolidando-o definitivamente na história do cinema. A Neo foi oferecido duas pílulas por outro personagem enigmático, "Morpheus". "Se tomar a pílula azul… a história acaba, e você acordará na sua cama acreditando…no que quiser acreditar. Se tomar a pílula vermelha…ficará no País das Maravilhas…e eu te mostrarei até onde vai a toca do coelho." Resumidamente, a matrix é um mundo de ilusão, uma estrutura montada para desviar, persuadir e enganar os incautos. Dizia Jesus Cristo, registrado por João (8:44): "o diabo é mentiroso, e ele mesmo é o pai da mentira". Mentira e ilusão são dois sinônimos perfeitos. Até mesmo Nietzsche, por razões opostas, uma vez certificara-se que "por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade porque não desejam que as suas ilusões sejam destruídas.”

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A matrix da promiscuidade é um mundo de ilusão porquê ele promete algo que é incapaz, por si mesmo, de cumprir - que é prometer liberdade e felicidade para todos. Felicidade é a palavra do século, como uma vez fora entre os filósofos gregos. Sócrates (469~399 a.C) associava a felicidade (eudaimonia) ao exercício de condutas virtuosas, tal como a justiça, que eram proveitosas à alma. O mundo ocidental contemporâneo, cada vez mais secularizado, aproxima-o dos prazeres físicos e momentâneos. De regra, imagina-se que todas as pessoas querem ser felizes. É por esta razão que o discurso da promiscuidade têm logrado tanto êxito. Ele parte do princípio que, uma vez soltando-se das garras da moralidade tradicional, é possível viver em plenitude, livre das "repressões sexuais" da moralidade que inibem o espírito animalesco humano. Herbert Marcuse, tal como o Diabo, é um destes mestres da ilusão. Ideólogo (recuso-lhe a alcunha de filósofo) da Escola de Frankfurt (foto), escreveu "Eros e Civilização" em 1955, procurando combater as teorias freudianas da psicanálise mas, evidentemente, muito mais: servir de arcabouço teórico para a Revolução sexual que se seguiria nos anos 60, conferindo legitimidade aos movimentos de contracultura, tais como o movimento hippie.

Mas qual era, certamente, o objetivo da Escola de Frankfurt, que tinha outros representantes igualmente ilusionistas como Theodor Adorno, Max Horkheimer e Jürgen Habermas? dizimar os pilares da civilização ocidental. Notadamente e principalmente, aquilo que se referiam como a "cultura judaico-cristã", um conceito delicado e extremamente impreciso, surgido nos idos dos anos 40, como defende o rabino inglês Adam Zagoria-Moffet num pequeno artigo intitulado "O Mito da Tradição Judaico-Cristã". À parte da discussão, a razão de viver da Escola era certamente o combate puro e simples, parafraseando C. S. Lewis, à moral cristã.

A ilusão de Marcuse em Eros e Civilização é que ele propunha - entre linhas - a utilidade do sexo em resposta ao mal-estar civilizacional. Em Marcuse, a essência da civilização é a repressão. "Mal-estar", curiosamente, produzido pelos próprios teóricos frankfurtianos. Os frankfurtianos criaram uma tese-problema, e prontamente se dignificaram a apresentar suas próprias "soluções": um bom uso da dialética hegeliana, deve-se dizer. Combater a civilização proporcionaria no final liberdade e felicidade à quem aderisse a ideia. A ironia de Marcuse têm início na percepção deste sobre o trabalho. É que, para além de Marx, o primeiro não conferia valor à atividade laboral, porque em si mesma ela significaria a "negação do prazer". O curioso (ou seria o desfecho da ironia?), é que no mundo moderno, os lucros são auferidos pelos descendentes dos capitalistas que financiaram os trabalhos de Frankfurt: o trabalho, que é utilitário, é utilizado para proporcionar o prazer! A ironia era proposital? Nada aponta o contrário.

É a ilusão quem proporciona o lucro, porque há uma indústria bilionária do sexo, nascida com a revolução sexual. Num mundo cristão e, portanto, monogâmico, o sexo tem seu valor, mas seu peso é medido por valores completamente diferentes: o moral, o familiar e o religioso, tendo início com o casamento: "o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne" (Marcos 10:7). A promiscuidade retira o valor original do sexo, associando-o unicamente ao conceito do prazer, e assim o hamster (agora o gênero humano) continua correndo na roda, sem contudo, sair do lugar - mantendo viva as engrenagens que mantém a indústria sexual. A promiscuidade, que materialmente falando está intrinsecamente ligada à prodigalidade, também proporciona uma devassidão moral que deixa vestígios psíquicos na mente e químicos no corpo, em suma, desenvolve-se paulatinamente uma incapacidade emocional de respeito e afeto aos parceiros (quiçá falar em amor), de forma que a manutenção do casamento, ou se for o caso, sua dissolução, seguirá critérios meramente econômicos, geralmente ocorrendo na forma de uma pensão paga pelos homens às mulheres.

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A promiscuidade feminina é preferível à masculina - não que deixe de financiar a ambos, por óbvio - pela mídia de massa e pela educação estatal porque a psique evolutiva do homem é nitidamente territorialista - mesmo os promíscuos tendem a rejeitar mulheres igualmente promíscuas para um futuro relacionamento duradouro. As feministas atribuem a esta condição do homem como uma conduta que expressa o machismo, quando é biológico. O instinto evolutivo feminino, por outro lado, tende a considerar o homem segundo critérios materiais, o de garantir a sobrevivência da mulher e das crias (hipergamia natural - as mulheres sentem-se atraídas por homens de condição material superior). Nesse entendimento, se todas as mulheres são promíscuas, não restaria aos homens opções à não ser se render a promiscuidade. Os megacapitalistas não vendem a farsa do prazer pelo lucro financeiro imediato apenas. Se são promotores da promiscuidade, é porque defendem a tese de Engels de que as famílias existem em função da propriedade privada - e esta significaria perpetuação do poder. Revolucionários à primeira vista, são extremamente conservadores nos costumes. Perdendo-se a sacralidade, a sociedade perde seu valor em si mesma e pode ser tomada de assalto por aqueles que mantém o poder e o dinheiro associados - a exemplo de uma Europa dessacralizada e pós-cristã. A descristianização é necessária pela mesma razão: o cristianismo autêntico não tolera a imoralidade. Reconhece-o, mas exige sua conversão. Se uma conversão genuína ocorre, uma monogamia temporária ou permanente renasce, valorizando a instituição familiar.

Numa sociedade exibicionista, de cunho liberal e feminista, as mulheres aprendem desde cedo a fazer bom uso do corpo, na busca por homens cada vez mais ricos e mais destacados socialmente. De monta, as mulheres influenciadas pelo feminismo em seus mais variados graus fazem pouco caso de homens comuns, porém parceiros sólidos e responsáveis, na busca desenfreada por homens melhores, quando não há necessidade evolutiva imediata para a sobrevivência ou subsistência (hipergamia artificial/midiática). Apoiam todo seu sucesso ao físico, sem certificarem-se de que um corpo atraente não se conserva por muito tempo. Por outro lado, os homens buscam recursos financeiros para agregar valor, pagando pelo sexo num exemplo clássico de prostituição indireta, e assim poder se relacionar com diversas mulheres, antes negada pela pobreza ou falta de destaque social - proporcionada pela hipergamia da mídia que vende homens de sucesso como condição ad hoc para o coito. Este é o grande truque do pensamento frankfurtiano, prometer felicidade e liberdade (através de uma falsa democracia sexual) quando apenas têm a proporcionar tristeza e escravidão econômica ou emocional, num mundo cada vez mais tecnológico e globalizado, porém que regressa moralmente aos costumes antigos, antes do advento das civilizações, onde vigorara a lei do mais forte. No final, tem-se indivíduos, de ambos os sexos, mutilados na alma e no corpo, incapazes de produzir famílias sadias e felizes. Prelúdio do Fim. Uma vez disse Nosso Senhor: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João 8:32).

Publiquei no Portal: http://portalconservador.com/a-matrix-da-promiscuidade/
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Re: A Matrix da promiscuidade

Mensagempor Mr. Brownstone » 09 dez 2017, 14:11

Como é bom ler um texto assim, mas de antemão peço desculpas por fugir um pouco do tema nessa resposta.

Confesso que não entendo muito de filosofia, por isso me abstenho de criticar. Mas mesmo se soubesse algo, não criticaria, não tem como negar a própria realidade, na verdade tem mas não quero viver numa fantasia. Quero aprender mais e mais, ainda que tenha percebido a realidade (perceber a realidade é nada mais nada menos que reconhecer que existe uma matrix), só de reconhecer isso já damos o primeiro passo. São inúmeras, no relacionamento, no trabalho, nas religiões, cada setor de nossas vidas está coberto de uma capa de ilusão, ao reconhecer isso começamos a descobrir a realidade. Ser realista é isso, ir descobrindo a realidade durante a vida e repassar a verdade para outros de forma que eles tenham que escolher sem relativismos, ou seja, encarar a realidade ou acordar e viver no mesmo mundo como se nada tivesse acontecido. Ao perceber, é função social e até cármica retribuir aos confrades os conhecimentos quando descobrimos uma realidade das muitas que nos foram escondidas ou que não conseguimos ter acesso, por isso, obrigado por esse ótimo texto, me fez abrir os olhos para esse lado, embora isso não quer dizer que na prática irei vivenciar sem me iludir algumas vezes. É tudo um processo de autoconhecimento. Posso errar, mas reconhecendo que errei, até que a conversão seja genuína e não fingida.

Além disso é muito interessante observar os tópicos que vêm quebrando todo relativismo dentro dos fóruns (especialmente esse do Homens Realistas). O último tópico que li foi este (óbvio), que explica de uma vez por todas a questão da promiscuidade e antes disso o do hombre de hielo que diz sobre porque mulheres bonitas ficam com homens feios. Temos outros problemas que devem ser sanados, por exemplo, a questão do mito da mulher exceção. Tópicos como esses devem ser fixados em algum lugar de boa visibilade para que facilite a nossa função de mostrar a realidade para quem decidiu tomar a pílula vermelha.
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Re: A Matrix da promiscuidade

Mensagempor Major Lobo Realista » 09 dez 2017, 15:54

O mundo é mesmo uma putaria generalizada?

postado em julho de 2010


Um discurso muito propagado pelo senso–comum é que o mundo virou um filme pornô, uma Sodoma e Gomorra, uma putaria.

Mas a verdade é outra, a verdade é que se fala e se explora muito mais o sexo, do que se pratica.

Segundo relatório da revista Forbes a indústria pornô gera um lucro anual de 53 bilhões de dólares. Comentário interessante da revista: "as pessoas gastam mais dinheiro vendo outras pessoas transando do que elas próprias tentando transar".

Ou seja, fala-se mais sobre sexo e consomem-se mais produtos relacionados a sexo do que se pratica. Somos bombardeados com sexo dia e noite, via televisão, rádio, internet e conversas alheias.

Não vivemos em uma sociedade muito sexual, olhando a palavra sexo com um contexto mais ampliado do que o mero ato sexual, conclui-se que vivemos apenas em uma sociedade erótica, erotizada via mídia.

A pergunta a ser feita aqui é: porque querem tanto que acreditemos que a vida é um filme pornô e que todo mundo está transando adoidado? Quem ganha com isso?

O que aconteceu foi o seguinte: a indústria e a mídia um dia se deram conta que podiam ganhar muito dinheiro explorando sexo.

Mas a indústria e a mídia perceberam que não basta apenas vender sexo para as pessoas. Para fazer as pessoas de fato consumirem sexualidade como mercadoria era preciso convencê-las de que o “normal” era transar muito, e que nada pode te trazer mais felicidade do que transar muito e que é isso que pessoas bem-sucedidas fazem. O segredo está no apelo ideológico.

E então incutiu-se na cabeça das pessoas, via senso-comum, que transar muito é fácil: basta você comprar as roupas certas, o carro certo, o perfume certo, ir às baladas certas, etc. E se mesmo assim, depois de ter torrado toda sua grana comprando todas essas coisas – por coincidência fabricadas pela mesma indústria que disse que transar muito é fácil – você ainda assim não conseguiu trepar então o problema é você. Você não se encaixa, você é um “anormal”. E então todo mundo, com medo de parecer “anormal” perante os outros, concorda quando dizem que o mundo é um puteiro e que arranjar sexo é a coisa mais fácil.

Mas os “anormais” não precisam se preocupar, a indústria e a mídia não se esqueceram deles. Para os “anormais” há toda uma série de produtos eróticos (filmes pornôs, revistas, etc.) para eles aliviarem suas frustrações e fomentar o falso senso-comum de que o mundo é uma putaria e que todo mundo está transando adoidado, menos os “anormais”.

O detalhe é que esse “anormal”, perante os outros, finge que é “normal” e que transa muito para os outros “normais”. O que o “anormal” não sabe é que aqueles que ele julga “normais” também são “anormais” e estão fingindo. O que o “anormal” não percebe é que ele não é um “anormal”, que ele foi enganado quando disseram para ele que o mundo é uma putaria.
Gostou dessa mensagem? Então clique em "qualificar positivamente" ali do lado direito superior da mensagem. Obrigado!

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Re: A Matrix da promiscuidade

Mensagempor Commodoro » 09 dez 2017, 18:40

Não entendi se o Major quis complementar o tópico ou criticar o artigo.

Fiz o artigo levando essas considerações realistas também, por isso distingui a hipergamia natural da hipergamia artificial, que verdadeiramente "oprime" os homens no sentido de torná-los dependentes do sexo feminino. Não é a toa que coloco o conceito de "uma falsa democracia sexual" presente no texto.
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Homens não são reféns das mulheres, mas reféns da própria libido.

Homem cafajeste merece mulher rodada. Ambos se completam.

Casamento nos moldes modernos é uma roleta russa, mas com todas as balas carregadas.


Alguns dos meus textos: [Reflexão] Lute contra uma vida vazia | [Reflexão] Dê graças a Deus por ter nascido Homem! | A Matrix da promiscuidade |
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Re: A Matrix da promiscuidade

Mensagempor chrysthian » 09 dez 2017, 19:54

Major Lobo Realista Escreveu:O mundo é mesmo uma putaria generalizada?

postado em julho de 2010


Um discurso muito propagado pelo senso–comum é que o mundo virou um filme pornô, uma Sodoma e Gomorra, uma putaria.

Mas a verdade é outra, a verdade é que se fala e se explora muito mais o sexo, do que se pratica.

Segundo relatório da revista Forbes a indústria pornô gera um lucro anual de 53 bilhões de dólares. Comentário interessante da revista: "as pessoas gastam mais dinheiro vendo outras pessoas transando do que elas próprias tentando transar".

Ou seja, fala-se mais sobre sexo e consomem-se mais produtos relacionados a sexo do que se pratica. Somos bombardeados com sexo dia e noite, via televisão, rádio, internet e conversas alheias.

Não vivemos em uma sociedade muito sexual, olhando a palavra sexo com um contexto mais ampliado do que o mero ato sexual, conclui-se que vivemos apenas em uma sociedade erótica, erotizada via mídia.

A pergunta a ser feita aqui é: porque querem tanto que acreditemos que a vida é um filme pornô e que todo mundo está transando adoidado? Quem ganha com isso?

O que aconteceu foi o seguinte: a indústria e a mídia um dia se deram conta que podiam ganhar muito dinheiro explorando sexo.

Mas a indústria e a mídia perceberam que não basta apenas vender sexo para as pessoas. Para fazer as pessoas de fato consumirem sexualidade como mercadoria era preciso convencê-las de que o “normal” era transar muito, e que nada pode te trazer mais felicidade do que transar muito e que é isso que pessoas bem-sucedidas fazem. O segredo está no apelo ideológico.

E então incutiu-se na cabeça das pessoas, via senso-comum, que transar muito é fácil: basta você comprar as roupas certas, o carro certo, o perfume certo, ir às baladas certas, etc. E se mesmo assim, depois de ter torrado toda sua grana comprando todas essas coisas – por coincidência fabricadas pela mesma indústria que disse que transar muito é fácil – você ainda assim não conseguiu trepar então o problema é você. Você não se encaixa, você é um “anormal”. E então todo mundo, com medo de parecer “anormal” perante os outros, concorda quando dizem que o mundo é um puteiro e que arranjar sexo é a coisa mais fácil.

Mas os “anormais” não precisam se preocupar, a indústria e a mídia não se esqueceram deles. Para os “anormais” há toda uma série de produtos eróticos (filmes pornôs, revistas, etc.) para eles aliviarem suas frustrações e fomentar o falso senso-comum de que o mundo é uma putaria e que todo mundo está transando adoidado, menos os “anormais”.

O detalhe é que esse “anormal”, perante os outros, finge que é “normal” e que transa muito para os outros “normais”. O que o “anormal” não sabe é que aqueles que ele julga “normais” também são “anormais” e estão fingindo. O que o “anormal” não percebe é que ele não é um “anormal”, que ele foi enganado quando disseram para ele que o mundo é uma putaria.


tudo é um jogo ao benefício deles.


e a gente é o gado que vai ser abatido! !
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Re: A Matrix da promiscuidade

Mensagempor Major Lobo Realista » 10 dez 2017, 15:39

Meu post foi mais pra complementar o tópico mesmo.
Gostou dessa mensagem? Então clique em "qualificar positivamente" ali do lado direito superior da mensagem. Obrigado!

O que me preocupa não é nem o grito dos esquerdistas, das feminazis, das mães solteiras, dos corruptos, dos maconheiros, dos cachorrentos, dos LGBTs, dos sem caráter e sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons.

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Re: A Matrix da promiscuidade

Mensagempor Ogro » 06 jan 2018, 12:16

Só tenho uma coisa a dizer: Tigres não fazem sexo oral.
A morte é certa, a vida não.
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Re: A Matrix da promiscuidade

Mensagempor Canis Lupus » 06 jan 2018, 14:36

Sem os limites tão salutares da cultura judaico-cristã, os homens e mulheres iram entrar numa espiral descendente rumo á animalização, e tornados gado serão facilmente manipulados pelos detentores do poder; Esta é uma guerra cultural na qual muitos e muitas se perderão, e nós realistas temos mais possibilidades de sobrevivermos a essa peleja.
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Re: A Matrix da promiscuidade

Mensagempor The silent gentleman » 09 jan 2018, 15:28

O Brasil é vendido como a terra do sexo e da putaria, o engraçado, é que no Brasil as pessoas.... NEM FAZEM TANTO SEXO!
Tinha visto uma pesquisa que mostrava que em paises europeus e nos EUA E CANADA, a putaria rola solta, mas aqui ? Bem menos.

A matrix do sexo tenta realmente vender como se sexo fosse facil e rolasse entre qualquer um em qualquer lugar, mas é a mais pura ilusão, voce ve isso em novelas, filmes, sexo sexo sexo sexo, em todo lugar, tem sexo, mas na realidade, o sexo não é algo tão banal como é apresentado (pois é apresentado como algo quase cotidiano, facil, e ultra comum). Principalmente no Brasil, que um homem comum só pode transar com puta e uma ou outra mulher que por algum motivo aleatório na mente delas a fez se interessar por ele (raro). Eu na posição de homem comum consigo afirmar isso, sou um homem comum e vivo entre homens comuns e transo pouco, se fosse igual esses filmes ai eu ia estar transando agora mesmo (embora tenha melhorado sim depois que conheci a real)
O verdadeiro homem quer duas coisas: perigo e jogo. Por isso quer a mulher: o jogo mais perigoso.
Friedrich Nietzsche

Tudo o que é facil não presta. Nada é facil, nada é simples. Voce sempre vai pagar o preço algum dia. Rejeite o que é facil, seja mulheres, poder, ou qualquer outra coisa.

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