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[OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Major Lobo Realista » 09 ago 2016, 22:27

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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Thanatos » 17 ago 2016, 20:58

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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Sisyphus » 21 ago 2016, 00:34

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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Major Lobo Realista » 21 ago 2016, 23:24

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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor AC300 » 28 ago 2016, 19:37

"O homem nasceu para lutar e a sua vida é uma eterna batalha." (Thomas Carlyle)
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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Major Lobo Realista » 07 set 2016, 09:06

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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Major Lobo Realista » 21 nov 2016, 06:18

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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Major Lobo Realista » 22 nov 2016, 05:22

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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Major Lobo Realista » 09 fev 2017, 06:34

"Se o cidadão não pode ter armas para se proteger mas, se tiver dinheiro, pode contratar seguranças armados para protegê-lo, a conseqüência mais óbvia e inevitável é que SÓ OS RICOS TÊM DIREITO À PROTEÇÃO ARMADA. Desarmamento civil é isso e nada mais!" (OdC)
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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor AC300 » 18 mar 2017, 14:13

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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Major Lobo Realista » 03 mai 2017, 09:36

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Largue de frescurite e vá ler Olavo de Carvalho

Flavio Morgenstern
29/04/2017

O maior pensador brasileiro faz 70 anos – mas ainda há quem tenha nojinho de Olavo sem ler seus livros por boatinho de internet. #Olavo70anos

Só há um jeito de não gostar de Olavo de Carvalho: nunca o ler – ou, ainda melhor, só ler seus comentários de internet retirados de contexto e raramente ultrapassando as 3 linhas. O maior filósofo do Brasil completa hoje 70 anos de profunda atividade intelectual, sem encontrar quem o ombreie em profundidade e altitude intelectual – muito menos entre seus adversários.

Seus livros estão entre os maiores achados da língua portuguesa atual. Olavo já analisou o tempo verbal de línguas como latim, grego e árabe para encontrar em Aristóteles uma chave de leitura praticamente inédita, mostrando uma hierarquia despercebida entre a poética, a retórica, a dialética e a analítica ou lógica (Aristóteles em Nova Perspectiva: Introdução à Teoria dos Quatro Discursos).

Ou como uma interpretação falseada da ciência ultra-moderna e do pensamento tradicional chinês de Fritjof Capra, aliada ao pensamento político neomaquiavélico de Antonio Gramsci abriu caminho para uma visão cultural new age, floreada em um ecumenismo que da verdade dos povos não pega emprestado senão sua casca para vender mentiras (A Nova Era e a Revolução Cultural. Fritjof Capra e Antonio Gramsci).

Falando em Maquiavel, é de Olavo um dos melhores estudos sobre a vida e obra (e sua intercomunicação) do pensador florentino, visto pela história como “um clássico da filosofia política” (seja lá o que isso significa, se a política só piorou e ficou mais violenta desde então), sem que se note como o aclamado “Renascimento”, que teve Maquiavel como um de seus motores políticos, além de um momento de bizarras superstições, foi também o começo de uma contradição ontológica entre o discurso e a posição do sujeito que profere o discurso – a chamada paralaxe cognitiva, cuja análise é uma das marcas mais características da filosofia de Olavo de Carvalho.

Ora, Maquiavel, um puxa-saco de Príncipes, confunde em sua própria filosofia o que é descrição com o que é prescrição, em sua cisão absoluta entre moral e práxis, além de tentar justificar sua própria posição de capachão, escondendo-a sob camadas de arrogância pouco convincente, abrindo espaço para o morticínio político que marcaria os séculos vindouros (o livrinho Maquiavel ou a Confusão Demoníaca, um dos mais importantes textos sobre a violência política no mundo).

O mesmo procedimento foi aplicado depois a René Descartes, o “homem do racionalismo” que, bem ao contrário do que a curiosa crença na razão moderna (e, também, modernista), teve todo seu vislumbre de “De omnibus dubitandum est” de um sonho com o demônio, e cria todo um sistema “racionalista” que inaugura o esquematismo mental moderno, em que a realidade é a última coisa a pertencer à dita “razão” esquemática. (Visões de Descartes).

Tais livros são “capítulos” que se tornaram livros à parte de um livro seu que desmembrou: O Olho do Sol, que acabou se tornando uma coleção de livros sobre a mentalidade revolucionária, a marca da modernidade, onde agir pensando em um futuro utópico, com o homem sendo uma peça a ser movida ou retornada de um modelo esquemático mental, direcionado a um futuro tratado como o fim da existência.

Olavo também já analisou o grosso da situação dos intelectuais brasileiros, sempre confusos entre seu discurso e o próprio ato de proferi-los – via de regra, imbuídos de uma retórica coitadista, como se fossem excluídos do meio acadêmico e jornalístico, sempre como se fossem a única voz a nadar contra a corrente, como se fossem uma resistência esquerdista sem espaço na grande mídia, tratando Folha e Globo como jornais ultra-conservadores, quase como defensores de Donald Trump, de George W. Bush, do Tea Party e da Segunda Emenda. É mais paralaxe cognitiva em ação: seu próprio ato de falar contradiz o que é falado. É a falta de um Dasein intelectual brasileiro: e bem das pessoas que hoje externalizam conceitos como “lugar de fala”… (O Futuro do Pensamento Brasileiro. Estudos Sobre o Nosso Lugar no Mundo)

A capacidade intelectual, e de escrita incrivelmente engraçada de Olavo, também se mostrou em um de seus livros mais clássicos: O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras, em que as falhas intelectuais de personas variando entre Charles Sanders Peirce e Emir Sader (data venia, data maxima venia…) são comparadas à tradição, a grandes nomes (sejam Aristóteles ou Arnold Toynbee) e o resultado, inevitavelmente, não é apenas uma surra intelectual com nocaute nos primeiros 3 segundos de luta: é algo ridículo, que se torna mais engraçado do que qualquer livro de humor. O livro, coletânea de artigos de jornal de quando assuntos elevados havia na imprensa brasileira (antes de uma coluna do Gregório Duvivier), ainda teve uma continuação, O Imbecil Coletivo II: A Longa Marcha Da Vaca Para O Brejo.

Olavo ainda escreveu sobre a geopolítica americana frente a um mundo não mais bipolarizado, mas tripolarizado, tendo um eixo de entidades globalistas (termo introduzido no Brasil por ele) no Ocidente, o complexo russo-chinês no Oriente e, hoje, a ummah, a comunidade mundial muçulmana, como terceiro pólo. Foi, na verdade, um debate com ninguém menos do que Alexandr Dugin, o “cérebro de Putin”, o “filósofo mais perigoso do mundo”, o novo “Rasputin” do presidente russo Vladimir Putin, que, apostando no esquema bipolar, admitiu que perdeu o debate (Os EUA e a Nova Ordem Mundial. Um Debate Entre Alexandre Dugin e Olavo de Carvalho).

Enfim, alguém que domina tão vastos assuntos, que não consegue deixar de ser reconhecido pela sua assombrosa erudição nem pelos seus mais ferrenhos inimigos, alguém que é verdadeiro patrimônio cultural brasileiro (e entendido assim pelo governo americano), simplesmente precisa ser lido neste país, hoje envenenado por pessoas do escol de Leandro Karnal a PC Siqueira (o youtuber é hoje editor de uma revista “científica”). A contemplar quais são os gatekeepers a “organizar” o que deve ser lido pela massa da população (do povão ao estudante da USP), os Emires Saders e Leandros Konders, que tanta vergonha passam nas páginas d’O Imbecil Coletivo, soam quase geniais diante de uma geração que não sabe pensar em mais do que 140 caracteres.

Entretanto, ao invés de estar sendo disputado a tapa por todos os jornais, revistas e publicações digitais (este Senso Incomum certamente o está), Olavo de Carvalho é preterido por qualquer youtuber que conte piadas adolescentes para adultos adolescentizados.

Pior (o que é pior do que a geração youtuber?): Olavo de Carvalho é criticado. Não por erros em seus livros, que não são lidos (enquanto Olavo deve ser o único ser humano a ter terminado livros como A Nervura do Real, de Marilena Chaui), mas por boatos criados por adolescentes na internet.

Olavo é acusado de não ter diploma de filosofia – acusação assaz estranha, para quem tanto critica a falta de filosofia nos cursos de filosofia (vide seu incrível A Filosofia e seu Inverso) – ou de ter sido astrólogo – basta ver sua análise filosófica sobre os símbolos da astrologia, base cosmológica e antropológica de qualquer civilização, para se entender que Olavo não fez nada diferente do que T. S. Eliot, Carl Jung – e incrivelmente mais elevada do que o ministro da Educação de Dilma, Renato Janine Ribeiro – o fizeram.

Também o criticam por ter “tentado refutar Isaac Newton” (o mesmo que Goethe, Schopenhauer, Husserl e Einstein disseram sobre Newton, já refutado em vida pelo gênio da lógica matemática Gottfried Leibniz). Não há entre seus críticos quem perceba que a crítica de Olavo não é sobre a lei da gravidade (e há quem realmente acredite que Olavo ache que os corpos não cairão se soltos da mão), e sim sobre o mecanicismo, filosofia reducionista de Newton (comungada por Descartes) que crê ridiculamente que até mesmo as sinapses do cérebro são movimentos mecânicos (Descartes costumava dissecar ratos vivos, crendo que seus gritos de dor eram puramente “ar passando por dutos”; Olavo de Carvalho, caçador de ursos, não é considerado um defensor dos direitos dos animais por seus detratores).

Muito menos quem perceba que Olavo critica em Newton sua crença na alquimia: não a simbologia e base cosmológica da astrologia, mas uma superstição de achar a “pedra filosofal” para transformar ferro em ouro, que Newton tanto acreditava. E “não-científico” é Olavo, e não os guris de redes sociais o chamando de “astrólogo” como xingamento oco…

Para uma população com bibliofobia, a aversão a livros com os quais já não concorde de antemão (o que mostra bem qual o conteúdo que consegue apreender dos 3 livros por ano que de fato lêem), resta coroar o bolo cerejosamente com o boato de que Olavo de Carvalho acredita que há fetos abortados na Pepsi, graças a um comentário que fez rapidamente em seu antigo podcast, o True Outspeak, comentando uma notícia de que a Pepsi estava fazendo pesquisas com um adoçante que usava células de bebês abortados.

Ao contrário da boataria de adolescentes nas redes sociais, de fato a Pepsi fez um contrato de US$ 30 milhões com a Senomyx, que desenvolvia pesquisas para gostos artificiais com a linha celular HEK-293, com rins de bebês abortados.

Ou seja, de todo o complexo diploma-Newton-astrologia-Pepsi com que tentam pechar Olavo de Carvalho de farsante, para não ter de refutar o que vai escrito em seus livros, é apenas um embuste de memes feitos por crianças intelectuais. E são estes memes que são levados pela nossa “imprensa séria”, que prefere discutir pela milésima vez se precisamos dar o benefício da dúvida ao PT e sobre os direitos dos ofendidos com piadas na internet do que em ler o arcabouço da civilização ocidental com quem está nele interessado.

Olavo de Carvalho formou sozinho a maior geração de intelectuais do país desde a morte de Mário Ferreira dos Santos, Vicente Ferreira da Silva e Bruno Tolentino, os maiores filósofos e pensadores do país antes de sua estréia intelectual.

É simplesmente impossível ler os formados (para rir dos diplomófilos) por Olavo, como o crítico literário Rodrigo Gurgel, o cientista político Bruno Garschagen, o analista político Filipe Martins, o advogado Taiguara Fernandes, a analista Bruna Luiza, o escritor Paulo Briguet, o comentarista Silvio Grimaldo, o cinegrafista Josias Teófilo, o escritor Yuri Vieira, o teatrólogo Roberto Mallet, a professora Henriete Fonseca, o músico Filipe Trielli, o jornalista Felipe Moura Brasil, o cinegrafista Mauro Ventura, a jornalista Rachel Sheherazade, o antropólogo Flávio Gordon, a jornalista Joice Hasselmann, o engenheiro Flavio Quintela, o analista Alexandre Borges, a professora Fernanda Takitani, o editor César Kyn d’Ávila, o teólogo Mateus de Castro, o advogado Bene Barbosa, a musicista Stella Caimmy, o humorista Danilo Gentili, e tantos outros, nem que sejam 10 páginas por dia, e ler 10 páginas por dia de suas Nêmesis no campo das análises da realidade: o “humorista” Gregório Duvivier, o crítico de cinema Pablo Villaça, a feminista Lola Aronovich, o jornalista Paulo Henrique Amorim, a professora Marilena Chaui, o blogueiro Xico Sá, a adolescente Jout Jout, o youtuber P C Siqueira, os blogueiros do Anticast, o colecionador de carros Flavio Gomes, a jornalista Cynara Menezes, o prestador de esclarecimentos para a Polícia Federal Breno Altman, o vocalista do Detonautas Tico Santa Cruz, o blogueiro Paulo Nogueira, a revoltada Heloísa Helena, o assessor de tirano Alexandr Dugin (com o perdão do desnível), e concluir que, definitivamente, quem mais compreende da estrutura da realidade é a esquerda, ao contrário dessa lunática, atrasada, ultrapassada, preconceituosa e aristotélica direita.

De fato, ao invés de argumentos, a esquerda só possui como resposta ao “olavismo” forçar seus acólitos a não ler Olavo de Carvalho de jeito nenhum, do contrário, acabarão por deixar de ser de esquerda (caminho trilhado por vários olavetes, mostrando que só se passa da esquerda para a defesa de Olavo, nunca o caminho contrário). É como tentar criar uma casca sobre seus escritos, ao invés de enfrentar o núcleo de seu pensamento, sob qualquer pele postiça.

De fato, só há um caminho para os anti-olavetes do país: enfiar a cabeça num buraco, expondo a rabadilha ao público que poderá rir do quanto precisaram se negar a enfrentar a realidade para continuar acreditando em suas crenças, acusando todos os outros de crenças ultrapassadas.

Olavo de Carvalho completa 70 anos com uma coragem rara no mundo: ser o que é, sem aderir a modismos e sem o aplauso fácil de agradar às multidões. Curiosamente, mesmo em nosso país, sua “minoria silenciosa” é que faz a real diferença: basta lembrar de quantos cartazes onde se lia “Olavo tem razão” foram vistos nos protestos pelo impeachment de Dilma Rousseff no país.

Sua defesa da consciência individual na era do pensamento coletivo (eufemismo para modismo) é o que salvou tantos intelectuais de uma inanição, em um país que não podia dialogar com Chesterton, Voegelin, Horowitz, Santayana ou Huizinga. Parabéns por tudo o que fez por nós, Olavo – afinal, o presente é sempre nosso! E a você que ainda tem nojinho de Olavo, e conseqüentemente nunca o leu, perca as amarras do pensamento de grupinho e ganhe consciência de si mesmo. Do Oráculo de Delfos a Olavo de Carvalho, parece a lição que a coletividade mais quer destruir em nome da glória fácil de uma coluna na Folha de S. Paulo e uma conversinha de boteco achando que são os únicos contra tudo isso que está aí, lendo e concordando exatamente com tudo isso que está aí.
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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor AC300 » 04 mai 2017, 16:01

Breve história do machismo

Olavo de Carvalho
Jornal da Tarde, 16 de agosto de 2001


As mulheres sempre foram exploradas pelos homens. Se há uma verdade que ninguém põe em dúvida, é essa. Dos solenes auditórios de Oxford ao programa do Faustão, do Collège de France à Banda de Ipanema, o mundo reafirma essa certeza, talvez a mais inquestionada que já passou pelo cérebro humano, se é que realmente passou por lá e não saiu direto dos úteros para as teses acadêmicas.

Não desejando me opor a tão augusta unanimidade, proponho-me aqui arrolar alguns fatos que podem reforçar, nos crentes de todos os sexos existentes e por inventar, seu sentimento de ódio ao macho heterossexual adulto, esse tipo execrável que nenhum sujeito a quem tenha acontecido a desventura de nascer no sexo masculino quer ser quando crescer.

Nosso relato começa na aurora dos tempos, em algum momento impreciso entre Neanderthal e Cro-Magnon. Nessas eras sombrias, começou a exploração da mulher. Eram tempos duros. Vivendo em tocas, as comunidades humanas eram constantemente assoladas pelos ataques das feras. Os machos, aproveitando-se de suas prerrogativas de classe dominante, logo trataram de assegurar para si os lugares mais confortáveis e seguros da ordem social: ficavam no interior das cavernas, os safados, fazendo comida para os bebês e penteando os cabelos, enquanto as pobres fêmeas, armadas tão-somente de porretes, saíam para enfrentar leões e ursos.

Quando a economia de coleta foi substituída pela agricultura e pela pecuária, novamente os homens deram uma de espertinhos, atribuindo às mulheres as tarefas mais pesadas, como a de carregar as pedras, domar os cavalos, abrir sulcos na terra com o arado, enquanto eles, os folgadinhos, ficavam em casa pintando potes e brincando de tecelagem. Coisa revoltante.

Quando os grandes impérios da antiguidade se dissolveram, cedendo lugar aos feudos perpetuamente em guerra uns com os outros, estes logo constituíram seus exércitos particulares, formados inteiramente de mulheres, enquanto os homens se abrigavam nos castelos e ali ficavam no bem-bom, curtindo os poemas que as guerreiras, nos intervalos dos combates, compunham em louvor de seus encantos varonis.

Quando alguém teve a extravagante idéia de cristianizar o mundo, tornando-se necessário para tanto enviar missionários a toda parte, onde arriscavam ser empalados pelos infiéis, esfaqueados pelos salteadores de estradas ou trucidados pelo auditório entediado com os seus sermões, foi novamente sobre as mulheres que recaiu o pesado encargo, enquanto os machos ficavam maquiavelicamente fazendo novenas ante os altares domésticos.

Idêntica exploração sofreram as infelizes por ocasião das cruzadas, onde, armadas de pesadíssimas armaduras, atravessaram os desertos para ser passadas a fio d'espada pelos mouros (ou antes, pelas mouras, já que o machismo dos sequazes de Maomé não era menor que o nosso). E as grandes navegações, então! Em demanda de ouro e diamantes para adornar os ociosos machos, bravas navegantes atravessavam os sete mares e davam combate a ferozes indígenas que, quando as comiam, – era porca miséria! – no sentido estritamente gastronômico da palavra.

Finalmente, quando o Estado moderno instituiu o recrutamento militar obrigatório, foi de mulheres que se formaram os exércitos estatais, com pena de guilhotina para as fujonas e recalcitrantes, tudo para que os homens pudessem ficar em casa lendo A Princesa de Clèves.

Há milênios, em suma, as mulheres morrem nos campos de batalha, carregam pedras, erguem edifícios, lutam com as feras, atravessam desertos, mares e florestas, sacrificando tudo por nós, os ociosos machos, aos quais não sobra nenhum desafio mais perigoso que o de sujar nossas mãozinhas nas fraldas dos nossos bebês.

Em troca do sacrifício de suas vidas, nossas heróicas defensoras não têm exigido de nós senão o direito de falar grosso em casa, de furar umas toalhas de mesa com pontas de cigarros e, eventualmente, de largar um par de meias no meio da sala para a gente catar.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/machismo.htm
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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Baralho » 04 mai 2017, 19:58

O site MSM está off line.
Thou shouldst not have been old before thou hadst been wise.
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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Don Welzo » 09 mai 2017, 19:13

O melhor do Olavo está nos cursos dele. É onde ele faz um estudo mais aprofundado sobre filosofia, ciência política, economia, um pouco de religião, psicologia, as vezes biologia, etc.

Embora ele não mencione isso, pelo que vi o curso dele é desenvolvido a moda antiga, dos filosofos antigos, lhe apresentando a base sólida e crítica do conhecimento.

Enfim, se vcs acham que o velho é impressionante com videos editados no youtube, saibam que isso não nem 20% da capacidade dele.

Façam o curso de puderem, se tiveres a pretensão de ocupar a cabeça com algo decente, ou de adquirir cultura humanística ou, mais ainda, se pretende almejar saltos ainda maiores em estudos profissionais (o que é possível também, mas aí depende de como vc usaria o conhecimento dele em sua área).
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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Don Welzo » 09 mai 2017, 19:15

Se os senhores quiserem apenas o básico do Olavo, recomendável ler apenas a coletânea de artigos dele (Imbecil Coletivo, O mínimo...).

Se querem um estudo mais avançado, é indicado estudos mais analíticos como Jardim das Aflições, Aristoteles em nova perpectiva, Historia da Filosofia etc.
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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Don Welzo » 09 mai 2017, 19:18

E pelo amor de Deus, não tietem o velho demasiadamente, ele não é o único na praça.

Tem outros muito bons também, Nougué, Plinio Correa, Fedelis, alguns alunos do Olavo, etc.
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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Don Welzo » 09 mai 2017, 19:34

Por último, esse é pra um revoltado lá do forum Ilegions que resolveu criticar quem estuda o Olavo, prefiro 1000 vezes perder meu tempo estudando essas coisas e ocupando minha cabeça com algo produtivo, do que ficar falando de mulher do dia todo, semana toda, mês todo e ano todo.

Revoltado se acha tão esperto que é preso na necessidade constante de provar a si mesmo que é o melhor se achando expert em relacionamentos e que precisa a qualquer custo alimentar o ego e os apetites sexuais dele, seja das formas mais imorais existentes.

De minha parte ao ocupar minha cabeça com outras coisas, além de me aquietar esse impulso animal diante de exposição intensa de exploração de líbido sexual pela mentes pós-modernas e financiadores megacapitalistas ( maiores investidores da indústria pornográfica são eles), hedonismo desenfreado e ressentimento que deriva disso, estou muito mais tranquilo mentalmente, mais fortalecido espiritualmente com estudos cristãos e encaro a vida com muito mais leveza, menos ansiedade e histeria revoltada. Isso pra não falar da possibilidade de crescimento profissional, já que fica mais nítido a chances de oportunidade de crescimento profissional e acadêmico, inclusive em outros países.
Última edição por Don Welzo em 09 mai 2017, 19:43, editado 2 vezes no total.
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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor AC300 » 09 mai 2017, 19:35



Don Welzo Escreveu: se vcs acham que o velho é impressionante com videos editados no youtube, saibam que isso não nem 20% da capacidade dele.
).

[2]
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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Major Lobo Realista » 17 mai 2017, 10:17

Don Welzo Escreveu:E pelo amor de Deus, não tietem o velho demasiadamente, ele não é o único na praça.

Tem outros muito bons também, Nougué, Plinio Correa, Fedelis, alguns alunos do Olavo, etc.

Eu particularmente me identifico mais com o Julio Severo do que com o Olavo, mas gosto de alguns posicionamentos dele, assim como do Pondé e outros, todos os autores que não são de esquerda eu acho válido acompanhar, para sair dessa doutrinação esquerdista que domina o país. Procuro tirar o que eles tem de bom, e descarto o que não concordo.
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O que me preocupa não é nem o grito dos esquerdistas, das feminazis, das mães solteiras, dos corruptos, dos maconheiros, dos cachorrentos, dos LGBTs, dos sem caráter e sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons.

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Re: [OdC] Tópico do Olavo de Carvalho

Mensagempor Major Lobo Realista » 17 mai 2017, 10:18

Filme do Olavo? interessante...

Patrulha de esquerda tenta censurar filme sobre Olavo de Carvalho

O diretor Josias Teófilo resolveu gravar um filme sobre Olavo de Carvalho. Trata-se na verdade de um documentário. Quando se anunciou a empreitada escrevemos aqui no blog que a esquerda entraria em desespero. E realmente entraram!

No desespero, mostram realmente quem são. Mostram que não estão nem aí para o debate, para a democracia, para a liberdade e diversidade. Tentam a todo custo boicotar o filme. E tal boicote não passa de um tipo de censura digna das piores ditaduras.

Porém, os tempos realmente estão mudados! Não é que a revista Época publicou um artigo da colunista Ruth de Aquino em defesa do filme sobre Olavo de Carvalho?!

Leiam o artigo e entendam melhor o caso

Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. Boicotam um filme no Festival de Cinema de Pernambuco. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: pisam o cineasta maldito, matam o contraditório, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho na sala escura, rouba o projetor e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada.

É uma paródia do poema “No caminho com Maiakóvski” (1968), de Eduardo Alves da Costa. Ajuda a ilustrar a pataquada de diretores de sete filmes que retiraram seus curtas do festival. Começaria no dia 23 de maio para celebrar 21 anos de vida. O motivo maior do boicote foi um documentário de 81 minutos, O jardim das aflições, sobre o filósofo de direita Olavo de Carvalho. Os revoltados afirmaram, em nota, que a escolha “favorece um discurso partidário alinhado a grupos que compactuaram e financiaram o golpe ao Estado democrático de direito ocorrido no Brasil em 2016”. O festival foi adiado por causa da debandada. A seleção era de nove filmes. Não seria isso o que se chama diversidade?

“Não é possível ter debate, só entre esquerdistas”, me disse o diretor Josias Teófilo. Ele revelou que sua vida ficou “insustentável” em Brasília depois de resolver filmar Olavo de Carvalho. “Grandes festivais disseram que eu não era bem-vindo e que nunca mais eu conseguiria dirigir nada. Esse documentário foi feito com crowdfunding porque seria impossível tentar a Lei Rouanet. Vivemos a tirania da coletividade sobre o indivíduo. Quem está fora desse establishment de esquerda só encontra má vontade no campo do cinema.”

A patrulha, de esquerda ou de direita, não é só burra, primária e insuportável. É perigosa. Favorece o obscurantismo, a ignorância. Na chamada esquerda brasileira, há grupos numerosos, especialmente no PT, que fazem distinção entre “a censura do bem” e a “censura do mal”. “As ditaduras do bem”, como Cuba e Venezuela, e “as do mal”, de direita. É de uma insensatez frenética e fanática a forma como tantos intelectuais relativizam prisões, torturas, arbitrariedades, corrupção, censura, preconceito sexual, força do Estado… desde que o regime seja de esquerda.

“Esses cineastas que boicotaram o Festival de Pernambuco conseguem ser piores que Mao e Hitler, que assistiam aos filmes antes de censurar. Leonid Brejnev proibiu um filme de Tarkovski, mas assistiu antes. Esse grupo aí não viu e não gostou”, disse o diretor Josias Teófilo. “O jardim das aflições é muito mais metafísico que político. Fala de Aristóteles e Platão. O documentário traz uma mensagem a favor da individualidade. Discorre sobre a morte. Não tem motivo esse desespero todo. Mandei mensagens simpáticas aos colegas revoltados, agradecendo pela divulgação. Eu não podia pagar assessoria de imprensa.”

Olavo de Carvalho tem 70 anos, vive hoje em Petersburg, uma cidade americana de 30 mil habitantes com 80% deles negros. Dá curso on-line de filosofia para 3 mil alunos. É apontado como um dos mentores do conservador Movimento Brasil Livre (MBL), embora recuse esse título e critique “a direita emergente”. É fervoroso opositor do PT e de Dilma. E crítico do governo Temer, que considera ilegítimo. “Como vice, Temer não tem rabo preso, ele é um rabo preso”, disse ao repórter João Fellet, da BBC Brasil, em sua casa.

Militou no Partido Comunista durante a ditadura, foi amigo de José Dirceu, escondeu armas. Já se envolveu com esoterismo e astrologia. Mas se aproximou da Igreja Católica. Hoje, reza antes de dormir. Mantém uma espingarda sob a cama para defesa pessoal e tem 30 rifles de caça. Olavo de Carvalho é um provocador, um polemista, a favor da “democracia plebiscitária”.

Uma das diretoras que se retiraram da mostra em Pernambuco, Gabi Saegesser, do curta Iluminadas, disse que “O jardim das aflições vai contra qualquer possibilidade de diálogo”, ao falar sobre “um dos maiores representantes do conservadorismo de direita”. Para a cineasta, a presença do título na programação “é como se o festival desrespeitasse a visão política e social de outros filmes”. Não é só Olavo o alvo do boicote. Há outro filme, o longa de Rodrigo Bittencourt sobre as origens do Plano Real. Entre os diretores rebelados, estão Savio Leite, Cíntia Domit Bittar, Eva Randolph, Leo Tabosa.

Na arte, como na política e na vida, o Brasil passa por um momento delicado de torcidas e patotas que urram a favor e contra, distorcem a realidade e tentam calar o outro com discurso de ódio ou de vitimização. Tapar os ouvidos e os olhos a quem discorda de você é um atestado de fraqueza e autoritarismo. Você pode ou não acreditar que Lula não tem nenhuma influência sobre o PT. A cabeça é sua ainda. A aflição também.
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