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[Pe. Paulo Ricardo] É pecado usar roupas curtas ou colantes?

Tópicos de história em geral, religião, discussões sobre espiritualidade, estoicismo e filosofia em geral. Respeito é fundamental.
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Re: [Pe. Paulo Ricardo] É pecado usar roupas curtas ou colantes?

Mensagempor AC300 » 05 jan 2018, 23:34




"O homem nasceu para lutar e a sua vida é uma eterna batalha." (Thomas Carlyle)
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Re: [Pe. Paulo Ricardo] É pecado usar roupas curtas ou colantes?

Mensagempor AC300 » 17 fev 2018, 20:00

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ARTIGO 1

Pode haver virtude e vício na apresentação exterior?

QUANTO AO PRIMEIRO ARTIGO, ASSIM SE PROCEDE:

Parece que na apresentação exterior não pode haver virtude e vício.

1. Com efeito, essa aparência não _a temos por natureza, tanto que varia conforme o tempo e o lugar. Por isso, Agostinho escreveu: "Entre os antigos romanos era vergonhoso trajar túnicas talares e de mangas largas. Hoje, ao contrário, seria vergonhoso homens. Bem nascidos não as trajarem". Ora, como diz o. Filósofo, "há em nós uma aptidão natural para a virtude". Logo, nessa matéria não há vício nem virtude.

2. Além disso, se existisse virtude e vício no aparato exterior, o exagero e a deficiência quanto a isso seriam, necessariamente, viciosos. Ora, o cuidado excessivo com a própria aparência não parece vicioso, pois até os sacerdotes e os ministros do altar usam, no ministério sagrado, vestes preciosíssimas. Do mesmo modo, a falta de esmero, nesse caso, também não parece ser viciosa, pois a Carta aos Hebreus, elogiando alguns, diz: "Levaram uma vida errante, vestidos de peles de carneiro ou veios de cabra”. Logo, não parece que possa haver virtude e vício nessa questão.

3. ADEMAIS, toda virtude é teologal, moral ou intelectual. Ora, nessa matéria, não existe virtude intelectual, pois esta aperfeiçoa o conhecimento da verdade. Também não há aí nenhuma virtude teologal, cujo objeto é Deus. Nem, finalmente, nenhuma das virtudes morais assinaladas pelo Filósofo. Logo, parece que não pode haver virtude e vício em matéria de vestuário exterior.

EM SENTIDO CONTRÁRIO, a honestidade pertence à virtude. Ora, na apresentação exterior se tem em conta certa honestidade, pois, diz Ambrósio: "Que o ornato do corpo não seja afetado, mas natural; simples e despretensioso, antes que rebuscado; não com roupagens preciosas e deslumbrantes, mas comuns, a fim de que não falte nada do que a honestidade e a necessidade exigem e nada de luxuoso apareça”. Portanto, pode haver virtude e vício na apresentação exterior.

RESPONDO. Não é nas coisas exteriores utilizadas pelo homem que se encontra o vício, mas no próprio homem que usa mal delas. E esse mau uso pode acontecer de duas maneiras. Primeiramente, considerando-se o costume das pessoas com quem se vive. Por isso, diz Agostinho: "Os excessos contrários aos costumes humanos devem ser evitados, respeitando suas diversidades. Uma convenção estabelecida numa cidade ou num povo por costume ou por lei não deve ser violada pelo capricho de um cidadão ou de um forasteiro, pois toda parte em desarmonia com o seu todo é uma aberração".

Em segundo lugar, o mau uso dessas coisas da aparência exterior pode vir também de uma descontrolada afeição a elas por parte do usuário, levando-o, por vezes, a utilizá-las de modo sensual demais, esteja ele de acordo ou em desacordo com os costumes locais. Por isso, recomenda Agostinho: "Não se deve usar nada com paixão, pois esta não• só ofende, perversamente, o costume daqueles entre os quais se vive, como também, ultrapassando-lhes, muita vez, os limites, manifesta, com rompantes escandalosos, um descaramento antes escondido sob o véu de costumes públicos”.

Ora, essa afeição desordenada pode manifestar seu exagero de três formas. Primeiro, quando se busca o prestígio social mediante um modo refinado de vestir-se e de enfeitar-se. Por isso, diz Gregório: "Julgam alguns que não é pecado usar um vestuário fino e precioso. Mas se não o fosse, jamais a palavra de Deus teria dito que o rico, atormentado no inferno, estivera vestido de linho fino e de púrpura, pois ninguém traja roupa preciosa, isto é•, superior à sua condição, senão por vanglória”. – Outra manifestação dessa exagerada preocupação com a roupa acontece quando nisso se buscam os prazeres do corpo, vendo na roupa um atrativo para tais prazeres. – E a terceira manifestação seria a preocupação exagerada com a roupa, ainda que não interfira nenhuma finalidade má.

A essa tríplice desordem Andrônico opõe três virtudes relacionadas com a apresentação externa. Uma é a humildade, que exclui a busca da glória e, segundo ele, "não se excede em gastos e enfeites”. – Outra virtude é o contentar-se com o suficiente, o que exclui a busca da afetação. "É o hábito -de se satisfazer com o necessário e que determina o que é conveniente para se viver”, de acordo com a palavra do Apóstolo: "Se temos alimento e vestuário, contentar-nos-emos com isso”. - Por fim, tem-se a simplicidade, que exclui a preocupação exagerada com essas coisas, e que ele define como "o hábito pelo qual nos contentamos com o que nos é dado”.

Olhando, agora, a questão pelo lado da deficiência, podem-se distinguir duas desordens• segundo o afeto. A primeira, por negligência, quando não se tem cuidado nem diligência em se vestir corretamente. Por essa razão, o Filósofo diz que é relaxamento "deixar o manto arrastar-se pelo chão, sem nenhum empenho por levantá-lo”. – A segunda é a dos que se vangloriam dessa mesma falta de cuidado com a aparência. Por isso, Agostinho diz que "pode haver vaidade não só no brilho e no luxo dos ornatos do corpo, mas até numa apresentação negligente e degradante e tanto mais perigosa quanto procura nos enganar, a pretexto do serviço de Deus". E o Filósofo diz que "tanto o excesso quanto a deficiência dizem respeito à jactância".

Quanto ao 1°, portanto, deve-se dizer que embora o vestuário não seja algo natural, em si mesmo, contudo é da razão natural moderá-lo. E assim, somos "naturalmente inclinados a assumir essa virtude”, que modera nossa apresentação exterior.

Quanto ao 2º, deve-se dizer que as pessoas revestidas de dignidade. Como também os ministros do altar usam hábitos mais preciosos que os demais não para glória pessoal, mas para acentuar a excelência do seu cargo ou do culto divino. Nada, portanto, de errado nesse caso. E Agostinho diz: "Todo aquele que, no uso das coisas exteriores, sai fora dos limites habituais das pessoas de sua convivência, ou tem algo a representar, ou quer satisfazer a própria vaidade", pois usa disso para a sensualidade ou para ostentação.

Pode haver também pecado por deficiência, nessa matéria, mas nem sempre peca quem se veste pior que os outros. Cai, certamente, no vício da superstição quem o faz por jactância ou soberba, julgando-se superior aos demais. Se, porém, assim procede para mortificar sua carne ou humilhar seu espírito, praticará a virtude da temperança. Por isso, escreve Agostinho, "quem se serve das coisas exteriores com costumes mais sóbrios que o das pessoas com quem vive, ou é temperante ou é supersticioso”. – Usar roupas mais vis é coisa que cabe àqueles que, pelas palavras e pelos exemplos, exortam os outros à penitência, como o fizeram os profetas de quem o Apóstolo está aí falando. Donde o comentário da Glosa ao Evangelho de M ateus: "Quem prega penitência, deve trajar hábito de penitência”.

Quanto ao 3º, deve-se dizer que o esmero no vestir-se é um indicativo da natureza humana. Por isso, excesso, a falta e o meio-termo, nessa questão, podem se reportar à virtude da "verdade”, cujo objeto, segundo o Filósofo, são os atos e as palavras pelos quais algo da nossa condição humana se revela.

ARTIGO 2

Os adornos das mulheres estão isentos de pecado mortal?

QUANTO AO SEGUNDO, ASSIM SE PROCEDE: parece que os adornos das mulheres não estão isentos de pecado mortal.

1. Com efeito, tudo o que vai contra um preceito da lei divina é pecado mortal. Ora, o enfeite feminino vai contra o preceito da lei divina, pois, referindo-se às mulheres, se diz na primeira Carta de Pedro: "Que vosso adorno não seja exterior: cabelos trançados, joias de ouro, vestidos elegantes”. Ao que a Glosa de Cipriano acrescenta: "As que se vestem de seda e púrpura não podem, sinceramente, revestir-se de Cristo. As que se adornam de ouro, pérolas e joias, perderam a beleza da alma e do corpo”. Ora, isso só acontece pelo pecado mortal. Logo, os adornos femininos não estão isentos de pecado mortal.

2. ALÉM disso, diz Cipriano: "Penso que devem ser advertidas não só as virgens ou as viúvas, mas também as casadas e todas as mulheres, sem exceção, para que não adulterem, de modo algum, a obra criada por Deus, usando tinturas loiras, pós escuros ou carmim ou qualquer outro preparado que mude os traços naturais do corpo". E a seguir, ajunta: "Agem contra Deus, quando se esforçam por reformar o que ele formou. Isso contraria a obra divina. É uma traição à verdade.

Não poderás ver a Deus, se teus olhos não são os que Deus fez e sim os que o diabo deformou. Se te deixaste enfeitar pelo inimigo, com ele também arderás”. Ora, isso não se dá sem pecado mortal. Logo, os adornos femininos não estão isentos de pecado mortal

3. ADEMAIS, assim como não convém à mulher usar roupa masculina, assim também não lhe convém ataviar-se desordenadamente. Ora, o primeiro procedimento é pecado, pois, diz o livro do Deuteronômio, "uma mulher não usará vestes de homem; um homem não se vestirá com roupas de mulher”. Logo, parece que os adornos exagerados das mulheres também são pecado mortal.

EM SENTIDO CONTRÁRIO, nessa ordem de ideias, também pecariam mortalmente os artesãos que fabricam tais ornamentos.

RESPONDO. Em relação aos adornos das mulheres, devem-se fazer as mesmas observações antes feitas, em geral, sobre a apresentação exterior, destacando, porém, algo especial, ou seja, que os adornos femininos despertam a lascívia nos homens, segundo o livro dos Provérbios: "Eis que essa mulher lhe vem ao encontro, trajada qual prostituta, toda insinuação”. No entanto, pode a mulher, licitamente, empenhar-se por agradar ao marido, para evitar que ele, desdenhando-a, venha a cair em adultério. Por essa razão, se diz na primeira Carta aos Coríntios: "A mulher casada preocupa-se com as coisas do mundo: ela procura como agradar ao marido". Portanto, se a mulher casada se enfeita para agradar ao marido, pode fazê-lo sem pecado. Mas as que não têm marido nem os querem ter e vivem em celibato, não podem, sem pecado, querer agradar aos olhos dos homens, para lhes excitar a concupiscência, porque isso seria incentivá-los a pecar. Se, pois, se enfeitarem com essa intenção de provocar os outros à concupiscência, pecam mortalmente. Se o fizerem, porém, por leviandade, ou mesmo por um desejo vaidoso de aparecer, nem sempre será pecado mortal, mas às vezes venial. Diga-se o mesmo, aliás, a respeito dos homens. Por isso, escreve Agostinho: "Sugiro-te que não te precipites em proibir enfeites de ouro ou vestes preciosas, a não ser aos que, não sendo casados nem querendo sê-lo, deveriam pensar em como agradar a Deus. Quanto aos outros, eles pensam nas coisas do mundo: os maridos, como agradarão às esposas; as mulheres, como agradarão aos maridos, sempre com a ressalva feita pelo Apóstolo, a saber, nem às mulheres casadas convém trazer os cabelos descobertos”. Nesse caso, porém, ainda é possível que algumas mulheres fiquem isentas de pecado, se não agirem por vaidade, mas por um costume contrário, embora não recomendável.


Quanto ao 1°, portanto, deve-se dizer que como diz a Glosa nesse mesmo lugar, "as mulheres dos que passavam tribulação desprezavam os maridos e, para agradarem aos outros, se enfeitavam com capricho e é esse procedimento que o Apóstolo condena”. Cipriano fala da mesma coisa, mas não proíbe às mulheres casadas que se arrumem para agradar aos esposos, a fim de não lhes dar ocasião de pecarem com outras. Daí a palavra do Apóstolo: "Quanto às mulheres, tenham um traje decente, adornem-se com pudor e modéstia: sem tranças nem joias de ouro ou pérolas ou vestidos suntuosos”. Entende-se, por aí, que o adorno feminino sóbrio e moderado não é proibido, mas o exagerado, despudorado e indecente.


Quanto ao 2°, deve-se dizer que os disfarces femininos, de que fala Cipriano, são uma espécie de mentira que não podem se esquivar de pecado. Razão por que diz Agostinho: "Pintar-se para parecer mais corada ou mais branca, é a realidade. Tenho certeza de que os próprios maridos não querem se deixar enganar dessa forma e são eles o motivo pelo qual se permite, não se impõe, às mulheres que se enfeitem”. Mas enfeitar-se nem sempre constitui pecado mortal, mas só quando é por luxúria ou por desprezo a Deus, razões a que Cipriano se refere.

Importa, contudo, considerar que não é a mesma coisa fingir uma beleza que não se tem e esconder um defeito proveniente de alguma causa, como uma doença ou outra coisa qualquer. Neste caso, nada há de errado, pois, segundo o Apóstolo, "quanto menos decentes são os nossos membros, mais decentemente os tratamos”.

Quanto 3º, deve-se dizer que a apresentação exterior deve corresponder à condição da pessoa, segundo o costume geral. Por isso, é, em si mesmo, pecaminoso uma mulher usar trajes masculinos e vice-versa, principalmente porque isso pode levar à lascívia. Trata-se de algo especialmente proibido pela lei, porque os pagãos lançavam mão desse recurso para se entregarem à superstição da idolatria. Pode-se, porém, fazer isso sem pecado, por alguma necessidade, como para ocultar-se dos inimigos, por falta de outras vestes, etc.


Quanto ao 4°, deve-se dizer que se existir outro modo de produzir certas coisas que os homens não podem usar sem pecado, certamente pecarão os que as fabricarem, porque estarão oferecendo a outros ocasião direta de pecado. Tal seria o caso, por exemplo, de quem fabricasse ídolos ou outros objetos pertencentes a cultos idolátricos. Mas não é pecado o uso de produtos, como espadas, flechas, etc., produtos de cujas artes podemos usar para o bem ou para o mal. Só essas artes, aliás, merecem o nome de artes. Por isso, diz Crisóstomo: "Devemos considerar como artes somente as que fornecem e produzem coisas necessárias e úteis à nossa vida”. – No caso, porém, de prevalecer o mau uso delas, embora não sejam ilícitas, devem ser excluídas da sociedade, diz Platão.


Por conseguinte, como as mulheres podem se enfeitar, licitamente, para conservar sua dignidade pessoal, ou também para acrescentar algo mais que agrade ao marido, segue-se que os fabricantes de tais produtos não pecam exercendo esse mister, salvo se vierem a inventar novidades exageradas e estranhas. Por isso, Crisóstomo diz que "também na arte de fabricar calçados e tecidos, muita coisa se deveria eliminar, pois ela vem sendo orientada para a luxúria, desnaturando-a e misturando uma arte com outra, por alguma finalidade má”.

https://www.facebook.com/contraosacademicos/posts/1623944707684912
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Re: [Pe. Paulo Ricardo] É pecado usar roupas curtas ou colantes?

Mensagempor Andremr » 22 fev 2018, 19:48

olhem como as moças estão indo para igreja...
Pelo menos aqui no Rio :Z=
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Re: [Pe. Paulo Ricardo] É pecado usar roupas curtas ou colantes?

Mensagempor AC300 » 04 jun 2018, 23:45

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Re: [Pe. Paulo Ricardo] É pecado usar roupas curtas ou colantes?

Mensagempor AC300 » 04 jun 2018, 23:46



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Re: [Pe. Paulo Ricardo] É pecado usar roupas curtas ou colantes?

Mensagempor R. Reddington » 05 jun 2018, 01:31

Que poha é essa? Achei que eu estivesse no canal Novo Tempo.
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Re: [Pe. Paulo Ricardo] É pecado usar roupas curtas ou colantes?

Mensagempor Resiliência.BR » 05 jun 2018, 10:00

Bom tópico. Padre Paulo Ricardo um dos poucos padres que ousam falar a verdade no meio católico. Gosto bastante dos vídeos dele.
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A Corrupção da Moral através da Moda Imodesta

Mensagempor Homem » 05 jun 2018, 18:16

A CORRUPÇÃO DA MORAL ATRAVÉS DA MODA IMODESTA

Publicado em 30/10/2015

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“A religião não teme a ponta da adaga, mas pode desaparecer sob a corrupção. Não vamos nos cansar de corrupção: nós podemos usar um pretexto, como o esporte, a higiene, os recursos da saúde. É necessário corromper, que nossos meninos e meninas pratiquem o nudismo no vestir. Para evitar muita reação, deve-se avançar de forma metódica: despir-se, em primeiro lugar até o cotovelo e, depois, até os joelhos, depois braços e pernas completamente a descoberto, mais tarde, a parte superior do tórax, ombros, etc., etc.”

International Review of Freemasonry (Revista Internacional de Maçonaria), 1928

Uma ex-apresentadora de boletins meteorológicos no canal do tempo, modelo, atriz e Miss Michigan National Teen-Ager, Colleen Hammond viveu o sonho americano e descobriu que isso é um pesadelo. Enquanto trabalhava na televisão, ela voltou à fé católica. No momento em que seu primeiro filho nasceu, Colleen “viu a luz” e abandonou sua carreira de grande sucesso na televisão para se tornar dona-de-casa e mãe, agora vivendo com o marido e seus quatro filhos no norte do Texas.

Em 2004 a Sra. Colleen Hammond escreveu um livro intitulado “Dressing With Dignity” (Vestindo-se Com Dignidade), que se tornou um best-seller instantâneo. Este inovador livro desafia a moda de hoje e fornece as informações que você precisa para se proteger e proteger seus amados da investida do mau gosto do vestuário imodesto.

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O Site Católicos de Ribeirão Preto publicou excertos do Capítulo IV do livro, “Designs against Modesty and Catholic Response” (Desenhos Contra a Modéstia e A Reação Católica), que fala sobre as forças por trás da revolução da moda feminina no século XX:

Traduzido e adaptado por Andrea Patrícia

http://catolicosribeiraopreto.com/a-cor ... -imodesta/

O texto original em inglês:

The corruption of morals through immodest fashions

https://www.michaeljournal.org/articles ... t-fashions

https://docs.google.com/document/d/1CQ5 ... OYHjI/edit
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Re: A Corrupção da Moral através da Moda Imodesta

Mensagempor Resiliência.BR » 05 jun 2018, 18:47

A roupa não define caráter. Mas caráter define as roupas.
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Re: A Corrupção da Moral através da Moda Imodesta

Mensagempor Homem » 05 jun 2018, 19:01

Resiliência.BR Escreveu:A roupa não define caráter. Mas caráter define as roupas.

Concordo.

A questão aqui não é esta. A questão é quem está por trás disso tudo. E como aos pouquinhos eles foram persuadindo as pessoas a aceitar as modas indecentes.
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Re: A Corrupção da Moral através da Moda Imodesta

Mensagempor AC300 » 05 jun 2018, 20:31

Bom tópico, vai de encontro com outro que criei: http://homensrealistas.org/forum/viewtopic.php?f=14&t=525

Homem Escreveu:
Para evitar muita reação, deve-se avançar de forma metódica: despir-se, em primeiro lugar até o cotovelo e, depois, até os joelhos, depois braços e pernas completamente a descoberto, mais tarde, a parte superior do tórax, ombros, etc., etc.”


Técnica de manipulação psicológica conhecida como pé-na-porta demonstrada por Freedman e Fraser em 1966.
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Re: [Pe. Paulo Ricardo] É pecado usar roupas curtas ou colantes?

Mensagempor AC300 » 05 jul 2018, 13:42

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Re: [Pe. Paulo Ricardo] É pecado usar roupas curtas ou colantes?

Mensagempor DiegoAguiardaSilva » 05 jul 2018, 15:04

A mulher que usa roupa curta para fazer "propaganda" do próprio corpo, seja na rua ou redes sociais, não merece relacionamento sério, essa é a verdade.
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Re: [Pe. Paulo Ricardo] É pecado usar roupas curtas ou colantes?

Mensagempor AC300 » 21 jul 2018, 14:06

Padre Pio na luta pela modéstia

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[...] Ele era, de fato, bem consciente dos efeitos nocivos da moda indecente, que induz muitas almas a cair em pecado grave.

São Pio exercitou ao longo de toda sua vida as virtudes da pureza em grau heroico e, sabendo o valor elevado para a realização do Reino dos Céus, exigia que os outros a conservassem zelosamente também, e se preservassem intactos de qualquer mácula do pecado.

Sobre a mulher, Padre Pio tinha um conceito muito elevado, o que o levou a denunciar qualquer coisa que denegrisse e aviltasse a dignidade das mulheres e as reduzisse a um mero objeto de prazer, especialmente a moda. Mesmo antes dos anos sessenta, quando não imperava ainda a moda da minissaia, prevendo as tendências futuras na moda que as mulheres iriam usar, Padre Pio estava preocupado em incutir o amor à modéstia e à decência no vestir. Exigia, portanto, de modo intransigente, que as mulheres estivessem vestidas decentemente, como convém a um povo temente a Deus, tomando como referência de conduta a Nossa Senhora, um excelente modelo de imaculada pureza. O Santo sofreu bastante com as modas escandalosas, que chamou de “um mal terrível” para as almas, porque conduz os homens ao pecado, aos maus pensamentos e desejos turbulentos. Ele não podia suportar que as mulheres mercantilizassem seus corpos vestindo-se de forma provocante para atrair a atenção do sexo masculino.

Padre Pio levava tão a sério o problema da pureza nas regras de conduta cristã no que diz respeito ao vestuário que estas também se tornaram alvo de cartas para seus filhos espirituais.

Entre seus muitos escritos, lemos:

“As mulheres que procuram as vaidades do vestuário nunca poderão vestir a vida de Jesus Cristo, pois logo que esse ídolo entra em seus corações perdem cada um dos ornamentos da alma. Seu vestuário, assim como São Paulo quer, deve ser decentemente e modestamente adornado, sem nenhum tipo de roupa que tenha um toque de luxo e ostentação do fausto”.

[...]

[...] No confessionário, Padre Pio muitas vezes bateu a porta na cara dos penitentes que apareciam usando vestuário impróprio para a sacralidade do lugar…

Repreendeu com dureza mesmo aquelas mulheres que para aparecem à sua frente, abriam o fecho da saia para puxá-la para baixo e fazê-la parecer mais longa. Muitas vezes ouviam-se frases como: “Palhaça”, “vista-se como uma cristã!”, “desgraçada, vá se vestir!”, “serre seus braços”, “porque você sofre menos do que aqueles que sofrem no Purgatório”, “a carne descoberta vai queimar!”.

[...]

Texto completo: https://ouniversitario.saojeronimo.org/padre-pio-na-luta-pela-modestia/
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Re: [Pe. Paulo Ricardo] É pecado usar roupas curtas ou colantes?

Mensagempor AC300 » 12 ago 2018, 14:25

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